Natiele Lopes. Tecnologia do Blogger.

Capítulo 4

(Fic a Donzela e o Cangaceiro) 
Ele ri de mim e eu me irrito me levantando,completamente nervosa,porém sinto as suas mãos em minha cintura,me puxando de encontro ao seu corpo.
-Não sabe mesmo o que é para mim?-Rosna em meu ouvido.
-Não.-Digo sincera.
-Você é a minha mulher.-Diz apertando a minha cintura contra o seu corpo.-A minha esposa.-Diz me virando.
-Como?-Gaguejo.
-É assim que o cangaceiro toma a mulher que lhe agrada.-Diz apertando a minha cintura.-A pegamos no laço e levamos para as nossas tendas.-Diz com um olhar firme.
-Pensei que eu era.-Começo e ele ri de mim.
-Quando queremos diversão,nos pegamos a mulher no mesmo lugar onde ela está.-Diz rindo.-Não a trazemos para o acampamento.-Diz alisando os meus cabelos.-Agora somos casados.-Diz e eu suspiro.
-Mais não somos casados.-Digo irritada.
-Na lei do cangaço sim.-Diz me apertando ainda mais.-Ninguém pode mexer com um fio do seu cabelo,se não está morto.-Diz apertando o meu rosto.
Suspiro e olho para o céu.
-Sei.-Digo com medo.
-O que foi?-Pergunta começando a distribuir beijos em meu pescoço.
-A minha família.-Digo o encarando.
-Nunca mais vai ver nenhum deles.-Diz irritado.-Agora é uma Black.-Diz apertando o meu rosto e arregalando os olhos.-Por isso não te quero sozinha por ai,até que eles parem as buscas.-Diz me arrastando de perto do rio.
Fomos para o acampamento e ele me levou para a sua tenda,percebo que todos nos encaram e eu suspiro.
-Por que eu?-Pergunto nervosa.
-Não teve medo de mim.-Diz me soltando e colocando mais armas em suas roupas.
-Como assim?-Pergunto nervosa.-Eu fugi de você no rio.-Digo nervosa.
-Mais continuou me encarando,me enfrentando e me enfeitiçando.-Diz me encarando e eu arregalei os olhos.
-Como?-Pergunto nervosa.
-Você me fez te escolher naquele momento.-Diz e contínuo o encarando.-E quando descobri que estavam querendo lhe casar tive que agir rápido.-Diz e eu me viro cruzando os meus braços e suspirando.Sinto as suas mãos me puxando pelos cabelos e me fazendo tender a minha cabeça pára trás.-Você é minha e não vai ser nenhum filinho de coronel que vai me tomar você.-Diz nervoso roçando o seu rosto no meu pescoço e me deixando molhe em seus braços.-Estamos entendidos?-Rosnou em meu ouvido e eu concordo com ele com o rosto.-Boa menina.-Diz me soltando e me deixando completamente desnorteada.
Jacob saio me deixando sozinha.
Respiro fundo e prendo o choro,agora sou mulher do capitão Jacob,quem diria que iria estudar tanto para acabar sendo mulher de um cangaceiro e o pior é que estou gostando dele.
Vasculho a tenda e encontro um violão jogado,o pego e me sento no banco,começando a dedilhar algo.
Meu pai me ensinou a tocar quando eu era apenas uma criança,claro que escondido da escandalosa da minha mãe.
De onde é que vem esses olhos tão tristes?
Vem da campina onde o sol se deita
Do regalo de terra que o teu dorso ajeita
E dorme serena, no sereno sonho
Começo a cantar para mim mesma,olhando para o violão e dedilhando.
De onde é que salta essa voz tão risonha?
Da chuva que teima, mas o céu rejeita
Do mato, do medo, da perda tristonha
Mas, que o sol resgata, arde e deleita
Lembro dos olhos de Jacob e como ele me deixa completamente arrepiada,com o seu olhar,com as suas mãos.
Há uma estrada de pedra que passa na fazenda
É teu destino, é tua senda, onde nascem tuas canções
As tempestades do tempo que marcam tua história
Fogo que queima na memória e acende os corações
Fecho os meu olhos e me deixo levar pela música,eu estava prometida por um homem que não amava mesmo,qual diferença faz?
Jacob pelo menos me causa sensações completamente entorpeçedoras e completamente enlouquecedoras.
Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar
Ah..Ah...Ah...
Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
Sete lagoas, mel e brincadeiras
Espumas ondas, águas do teu mar
Ah..Ah...Ah...
Ee La Ia
Termino a música e suspiro alto,abrindo os meus olhos e me deparando com Jacob me encarando.
-A minha companheira toca.-Diz vindo em minha direção,ainda com aquele sorriso de canto de rosto.
-Meu pai me ensinou.-Digo respirando fundo.
-Percebi.-Diz se sentando bem na minha frente e eu suspiro.
-De quem é o violão?-Pergunto o encarando.
-Ele é seu agora.-Diz alisando o meu rosto.
-Sério?-Pergunto sorrindo.
-Sério.-Diz rindo de mim.
-Não ri de mim.-Digo tentando me levantar,porém ele não deixa.
-Não comece com as suas birras.-Diz sério apontando para mim.
-Pode parecer bobo,porém a minha mãe não me deixava tocar,ou até mesmo cantar,ela só queria que eu tocasse piano.-Digo revirando os olhos.-Mais eu sempre gostei de violão.-Digo rindo.
-O que fazia na cidade?-Pergunta e eu suspiro.
-Sou formada em pedagogia.-Digo e ele me encara sem entender.-Sou professora.-Digo e ele concorda com o rosto.
-Sabe ler então.-Diz se levantando.
-Sei,por que?-Pergunto.
-A maioria aqui não sabe.-Diz e eu me levanto.
-Você não sabe?-Pergunto indo em sua direção.
-Fui criado com a tropa,aprendi a ser capitão com o meu pai e quando ele morreu me passou o posto.-Diz e eu suspiro.
-Quer que eu lhe ensine?-Pergunto e ele ri.
-Não me acha velho demais para aprender?-Pergunta rindo.
-Nunca é tarde para aprender alguma coisa.-Digo séria.-Além do mais tem uma professora junto de si,vinte quatro horas por dia.-Digo e ele ri,vindo em minha direção e me puxando pela cintura.
-Eu prefiro ensinar algumas coisas a essa professora.-Diz distribuindo beijos em meu pescoço.
Fecho os meus olhos e me deixo levar pelos seus carinhos.
-Capitão.-Chama alguém.
Jacob rosna me largando e indo em direção a voz e eu fui atrás dele,vejo cinco homens a sua espera.
-O que foi?-Pergunta nervoso.
-Os familiares dela estão fazendo buscas.-Diz um mais velho.
-Os despiste Sam.-Manda Jacob e quando percebe a minha presença me puxa para o seu lado.-Vamos logo as apresentações.-Diz se irritando.-Renesmee esses são Seth.-Apontou para o mais novo.-Quill.-Para o bem na nossa frente e pela expressão ele já me conhecia.-Jared.-Um emburrado de braços cruzados.-Embry.-O que estava ao lado de Jared e parece ser bem brincalhão,pois está com um sorriso no rosto.-E o que saio era o Sam.-Diz e eu concordo com o rosto.
-Prazer.-Digo.
Acho que agora começa a minha nova vida.
                                                           By:Manuca Ximenes

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