Natiele Lopes. Tecnologia do Blogger.

Capítulo 1

                             (Fic a Donzela e o Cangaceiro)

Meu nome é Renesmee Carlie Cullen,tenho vinte três anos,estamos no ano de mil novecentos e vinte um.
Sou filha do prefeito da minha cidade natal,Borogodó,localizada no sertão,meus pais se chamam Isabella Marie e Edward Cullen,são dois amores de pessoas,porém bastante ambiciosos.
Tenho dois tios,Jasper e Emmett,que são casados respectivamente com Alice,uma maluquinha que só pensa em moda e Rosálie,que só pensa em como fica mais bela a cada dia,ambos são fazendeiros.
Tio Emmett tem um filho chamado Nahuel,que tem a mesma idade que a minha e vivia correndo atrás de mim,já o tio Jasper ainda não tem filhos.
Meus avos maternos se chama Charlie e Renée Swan,Charlie é o delegado da cidade e vive se metendo em confusões e os meus avos paternos se chamam Carlisle e Esme Cullen,já Carlisle é o medico da cidade e sempre fica melancólico,pois nenhum dos seus filhos quis seguir a sua profissão.
Enquanto a mim,os meus pais me mandaram estudar no Rio de Janeiro,estudar pedagogia para ser mais exata e estou voltando para a minha casa,finalmente,para ser mais exata,estou com saudades dos bolinhos de milho e do escândalo da minha mãe,toda vez que me avista lendo,sempre remoendo a mesma prosa,mulheres não podem ser mais inteligentes que os homens,ainda bem que o meu avo Carlisle se intrometeu e me ajudou a ir para o Rio de Janeiro estudar,se não já estaria com uma penca de filhos e sem nenhum estudo.
Estou no carro de aluguel para ir para a minha cidade,olhando a paisagem,a vegetação do sertão,sempre seca e bela ao mesmo tempo,distraidamente olhei para o céu e suspirei.
-Moça.-Chama o condutor.
-Sim?-Pergunto.
-Tenho que colocar água no carro.-Diz e eu concordo com o rosto.-Tem riacho logo ali.-Diz apontando para um ponto distante.
-Claro,aproveito e bebo um pouco de água.-Digo e ele concorda.
O condutor parou o carro na parte lateral da estrada e não caminhamos muito,até chegar ao tal riacho,me agachei e molhei as minhas mãos,refrescando o meu rosto e o meu cangote.
Foi então que levanto o meu rosto e me deparo com ele,um homem alto,musculoso,sua pele avermelhada,feições másculas,olhos negros e cabelos curtos,lisos e negros,vejo que ele é um cangaceiro e me levanto assustada e ele continua paro me encarando,parece que está me admirando.
Sinto medo e acabo me virando e saindo correndo,volto o meu rosto para o homem e ele não está mais lá.
-Vamos logo.-Digo nervosa para o condutor.
-Já estou acabando.-Diz despreocupado e eu entro no carro,com o coração na mão.
-Vamos logo.-Insiste olhando para os lados e nada dele.
O homem entrou resmungando muito e logo deu a partida no carro,respirei fundo me aconchegando no carro,porém quando passamos por uma curva,vejo aqueles olhos novamente,me encarando como se pudesse enxergar a minha alma.
Ofeguei e arregalei os olhos.
O carro passou pelo homem e ele ficou na estrada ainda me encarando.
Fiquei tensa a viagem toda,porém não houve mais sinal daquele que tirou o meu sossego.
Quando chegamos em Borogodó,o homem do carro de aluguel me ajudou a entrar em casa.
-RENESMEE.-Gritou a minha mãe de forma histérica.
-Oi.-Digo sem jeito,enquanto ela me puxa de encontro aos seus braços.
-EDWARD!-Grita chamando o meu pai,que veio correndo.
-Pare de me apurrinhar mulher,a nossa filha está para chegar.-Diz de cabeça baixa e quando termina a frase,me encara e abre um enorme sorriso.-Filha.-Diz abrindo os braços e vindo em minha direção.
-Oi pai.-Digo suspirando e deixando uma lágrima escapar em meus olhos.
-Que saudade.-Diz suspirando.
-Eu também estava morrendo de saudades de vocês.-Digo olhando para os seus rosto.
-Bom se arrume,por que vamos sair.-Começa a minha mãe.-SICERA!-Grita e eu tampo o meu ouvido.
-Chamou senhora?-Pergunta a empregada.
-Prepara um banho para Renesmee.-Diz nervosa.
-Claro.-Diz se retirando.
-Para onde vamos?-Pergunto.
-Vamos a casa dos Voltures.-Explica a minha mãe.-Vai conhecer o seu noivo.-Diz e eu reviro os olhos.
-Tenho escolha?-Pergunto olhando para o meu pai.
-Não.-Diz nervoso e eu vou em direção ao meu quarto,acabo tomando um banho e colocando uma roupa qualquer,desço as escadas e minha mãe arregala os olhos quando me avista.
-RENESMEE POR QUE ESSAS ROUPAS SIMPLES?-Grita novamente e eu reviro os olhos.
-Vou assim e nem tente me fazer mudar de roupa.-Digo nervosa saindo de casa e claro que ouvi reclamações o caminho todo.
Estávamos indo para a fazendo dos Voltures e eu estou me sentindo,praticamente uma prisioneira aqui.
Chegamos a fazendo e fomos recebidos,por Aro,amigo de infância do meu pai.
-Edward.-Diz abraçando o meu pai.
-Olá Aro.-Diz cortez como sempre.
-Como está linda a sua filha.-Diz me analisando e eu reviro os olhos.
-Obrigada.-Digo respirando fundo.
Então vejo Suplica e os seus filhos Alec e Jane,vindo em nossa direção,Alec parece me analisar com gosto na minha figura.
-Deve se lembrar do seu futuro noivo.-Diz puxando Alec.-Alec.-Diz sorrindo.
-Claro que eu me lembro.-Digo ainda séria.
-É um prazer vê-la Renesmee.-Diz vindo em minha direção e beijando a minha mão,não respondi,apenas fiquei fitando a parede.
-Olá,senhora Volture,Jane.-Digo cumprimentado as mulheres da família,soltando a minha mãe e deixando todos com caras de tacho.
-Olá.-Disseram as duas.
-Vamos jantar.-Diz Suplica e nos encaminhamos para a mesa de jantar.
Ficamos horas,ouvindo sobre os feitos de Alec e percebi que eles estavam armando para que nos dormíssemos aqui,revirei os olhos e fiquei pensando em outras coisas,como por exemplo arrumar um emprego,talvez se eu pedir com jeito,meu pai me de um emprego na escola da prefeitura.
-O que acha Renesmee?-Pergunta.
-O que?-Pergunto sem entender.
-Alec não acha apropriado uma mulher trabalhar.-Diz e eu suspiro fundo.-O que acha Renesmee?-Pergunta a minha mãe.
-Acho que isso é puro machismo.-Digo nervosa.
Todos arregalaram os dedos e logo a minha mãe trocou de assunto,quando terminamos de jantar,os homens ficaram conversando sobre terras e políticas e Jane,Suplica e mamãe ficaram conversando sobre casamentos,me deixando entediada,solto um bocejo falso e todos me encararam.
-Querida deve estar cansada.-Diz Suplica se levantando.-Vamos que eu vou te acomodar.-Diz me levado pelos corredores e me deixando num dos seus quartos de hóspedes.
-Obrigada.-Digo sorrindo e ela me deixa sozinha.
Suspiro tirando as minhas roupas,ficando apenas de roupas de baixo,me deito e respiro fundo apagando as luzes.
Acabo adormecendo e sonhando com aqueles lindos olhos negros,até que um barulho me acorda e sinto alguém tampando a minha boca.
-Quieta.-Diz uma voz rouca e quando o encaro,encontro aqueles lindos e hipnóticos olhos negros.
                                                                                           By:Manuca Ximenes

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