Natiele Lopes. Tecnologia do Blogger.

capítulo 9-TE AMO

ATENÇÃO:A PARTE DESSE CAPITULO QUE ESTÁ RISCADO É MEIO HOT!! ENTÃO VOCÊS PODEM LER SE QUISER OU PULAR PRA PARTE SEGUINTE POR QUE  EU RESOLVI QUE SERIA MELHOR APENAS RISCAR ASSIM A HISTORIA NÃO FICARIA IMCOMPLETA...
Depois de banho tomado,dentes escovados,vaestida pra sair,desci as escadas indo em direção a cozinha para tomar café.Quando passo pela coma,vejo o meu avô com sua espingarda em cima da mesa.Nesse momento eu quase tive um treco.Se eu não soubesse que Jacob não iria morre eu já estaria em pânico,mas mesmo assim,eu fiquei nervosa.







Charlie encontrou o meu olhar em sua direção.Tecnicamente para sua espingarda.






- Não precisa fazer está cara que ninguém não vai morrer hoje. - zombou ele.






Pisquei os olhos surpresa,ao perceber que ele falou comigo,e tratei logo de falar.






-Bom dia para o senhor também vovô.E o senhor tinha que pegar esta arma logo hoje?Ou é só uma pré calção?- perguntei sem me importar se fui educada ou não.






Charlie me olhou com uma sobrancelha erguida,e disse.






- Não é pré calção nenhuma..., eu só não tinha o que fazer e resolvi limpá-la – respondeu dando de ombro.






- Sei. – respondi indo pra cozinha.






Depois de tomar café,e sem falar mais nada com Charlie,fui escovar os dentes pois daqui a poucos minutos a minha amiga doida estaria em frente a casa buzinando para ismos para a droga do dia de caridade. Tudo o que sei que eu ficaria por horas numa pilha porque ,não fazia idéia de como seria a conversa de Jacob com o meu avô.






Uma onda de nervosismo tomou conta de mim.Pois eu não fazia mínima idéia se Jacob realmente queria algo comigo.E se ele pedir desculpas ao vovô e dizer que não chagaram mais perto de mim?Que o vovô tem razão?:Porque ele é mais velho do que eu?






De repente o meu corpo começou a tremer,mas a seção de desespero,e pânico foi interrompido pór uma buzina de carro estridente,ma fazendo a pular de susto.






Sem nenhuma novidade que era Anne,descia as escadas e me despedi do meu avô.Sue havia saído cedo e Seth foi com ela,acho...






Depois de sair de casa dando um olhar de reprovação para o meu avô por conta de mais uma de suas gracinhas.Entrei no carro de Anne.






-Bom dia miga minha! Pronta para um lindo domingo caridoso? – perguntou ela com uma alegria






Eu juro que tive que me conter para não mandá-la ir para o inferno.Mas eu não iria fazer,pois ela não fazia mínima idéia do meu mau humor;mas me contive em dar uma resposta não tão animada.






-Seria bom se eu ainda estivesse na minha cama,curtindo a ultima manhã de longo sono ,ates de começara rotina semanal da escola. – disse sem emoção.






- Idem. – disse ela.






Não respondei,com a resposta que veio na ponta da língua,e me limitei em ficar calada.Mas como ainda estava tensa,só me limitei em escutar as tagarelices de Anne até a escola.


Já nas escola ,as horas foram passando lentamente.E isso fazendo a tortura se consumir dentro de mim.Pois a insegurança parecia falar mais alto,porque o medo deu ter feito papel de idiota em implorar a Charlie que não contasse ao meus pais sobre o Jack,e ele nos dar uma chance de fazermos o certo,tenha sido em vão.Mas fazia ter vontade de chorar.






-Miga...você está bem? – perguntou Anne com cenho franzido






- É...é...,sim porque? – perguntei de forma tosca.






-Não...você não parece bem.Porque ao invés de você dobrar os cobertores,parece que vai rasgá-los. – disse ela apontando para o cobertor em minhas mãos.






Céus! Realmente eu estava a ponto de fazer merda.Mas a angustia de não poder desabafar estava me matando...Anne é minha amiga,mas eu não podia dizer a ela as coisas que me afligia,no entanto eu podia dizer meias verdades.e porque não?






Pelo menos ela poderia me dizer algo otimista ou se lá.






- Miga...acorda! – chamou ela estalando os dedos na frente do meu rosto,me fazendo acordar dos devaneios.






-ah...o que?- perguntei assustada.






-Eu em...! Depois diz que está bem. – murmurou ela.






Antes dela falar mais alguma coisa,eu comecei a falar.






-É você está certa.Eu realmente estou uma pilha. – disse






-Porque? – perguntou ela se limitando a perguntar mais coisas.






Ponderei rapidamente,e comecei a falar.






- Bom...,é que...Tudo bem.- balancei a minha cabeça.e a olhei nos olhos,começando a falar. – Eu conheci um rapaz...






- Rapaz? Quem é? Eu conheço? – perguntou ela me interrompendo.










- Vai me deixar eu contar tudo,ou vai ficar me interrompendo? – perguntei seria.






- ok,ok...bico fechado! – disse ela levantado as mãos se rendendo.






- Como dizia...,eu conheci um rapaz,e ele é amigo da família...E ontem a noite ele foi lá em casa,e jantou com a gente...Então depois do jantar ele foi com o Seth ver um vídeo de uma cirurgia de sabe La o que.E quanto eu fui lavar a louça do jantar. – suspirei,em quando Anne escutava atentamente sem me interromper. – Ai depois deu terminar de lavar a louça,eu continuei um pouco na cozinha olhando pela janela.Mas daí eu senti que havia alguém comigo lá,e quando eu me virei,dei de cara com ele.E acabou que nos beijamos.






Sussurrei a ultima palavra.Anne levantou um dedo em sinal de pedir permissão pra falar.Assenti a ela.






-Pera ai...você beijou o carinha...? E o que tem de mal nisso se você já o conhecia? – perguntou seria.






-Você não entende...é que eu o conheço a pouco tempo...






- Amiga! Hoje em dia até se beija do mesmo dia um cara que você mau acabou de saber o nome dele.Isso quando você sabe o nome. – disse ela me interrompendo.






- Eu sei...,mas é que não foi se bem ,um beijo...






-oh meu Deus! Vocês transaram? – perguntou ela sussurrando a ultima frase.






- Não.Claro que não,mas demos uns amassos.E acho que poderia até mesmo ter transado com ele,se o meu avô não ter nos pegos no maior amasso.






- Caraca! Que merda! Mas vocês estavam vestidos ne? Tipo...,não deu tempo de começar alguma coisa...






- Não.Isso não aconteceu. A gente só demos uns amasso. E só,mas foi muito vergonhoso de ter sido pega pelo meu avô. – confessei.






Bem,realmente eu fiquei muito envergonhada com isso.






-Certo,mas é só isso que aconteceu? – perguntou ela novamente.






- Na verdade,eu tive que convencer o meu avô,de não contar para os meus pais,porque se não eles iriam fazer o maior escândalo.E também tive que convencê-lo de dar uma chance a mim e do Jack nos conhecer. – disse






- Jack? O nome dele é Jack? – perguntou com um sorriso curioso que eu já conhecia .






- É Jacob,mas a maioria o chamam de Jack. – respondi






- Jacob. Nome bonito...,e como ele é? Me conta. – perguntou ela toda curiosa.






Rolei os olhos e sorri para ele.Bom,pelo menos ela conseguiu me distrair um pouco me fazendo contar as meias verdade do que aconteceu.






Quando passei as características do Jack para ela,ela ficou de boca aberta.Me perguntando se eu não estava criando uma fantasia de homem.E não que ele realmente existisse. Mas uma vez eu rolei os olhos para suas suposições ilógicas.






- Bom..,se você diz que o Jacob é assim.Eu devo acreditar,pois se eu já estou apaixonada pelo Seth mesmo sem conhecê-lo pessoalmente. – disse ela.






-Eu já disse pra você desistir do Seth. – disse.- Ele é mais velho que você.






-Pelo o que você disse,o Jacob também é mais velho que você- rebateu ela.






- Nem tanto. – menti.Bom,realmente o Jack é mais velho que eu.Pois na realidade eu tenho dez\ anos de idade,e ele tem a um ano mais novo que a minha mãe na sua idade humana.E juntando com os nãos que passou desde que passou,Jack estava mais velho.Bem,não com relação sua aparência de um homem que aparentava uns vinte poucos anos.






-Tudo bem,Anne,pra você não encher mais o meu saco.Eu vou te apresentar ao Seth,quando ele estiver em casa.Mas já está avisada,ele não vai se envolver com, quem pode levar a ele pra de trás das grades.Ou seja..., ser preso por pedofilia.






- Credo! Eu não sou mais uma criança.E muito menos virgem. – confessou ela.


- Ok,vamos mudar de assunto,porque esse papo de ser virgem ou não,não é minha área. – disse querendo mudar o rumo da conversa.






-É mas se o seu namoro com o Jack,emplaca.Esse papo de virgem não vai ser mais tabu pra você- rebateu ela.






Bom,isso eu acho que ela estava certa,mas por hora eu não iria ficar pensando nisso,porque eu não fazia idéia se Jacob e eu iríamos ficar junto.






Já quase na hora do almoço,Anne e eu fomos liberada,por ter vido na parte da manhã...Então pelo menos sobraria a tarde para gente curti.Bom,ela curtir,pois eu queria era ir para casa,e saber das novidade.






- Então miga.Tem certeza de que não vai querer aproveitar o resto do domingo batendo perna no shopping comigo? Podemos almoçar,e depois ir amo cinema.,- insistia ela, em quanto saiamos da escola.






- Não Anne...Você sabe o quanto eu estou uma pilha com o que eu te contei.E eu estou louca pra saber o que aconteceu.Se eu tenho que chorar por ter sido uma idiota,ou se eu agi certo,e me dei bem. – argumentei.






- É por isso que você tem que vir comigo. Se distrair..., e parar de pensar nisso,antes que pire.






- Mas eu já estou pirando. – rebati






- Deixa de ser dramática Renesmee. É quer saber? Eu acho que você está fazendo tempestade num copo d’água.Relaxa,e vamos curti o domingão no shopping.E quem sabe que quando chegar em casa o seu gato Jack esteja te esperando todo se querendo pra você... dizia ela,quando do nada ela começou a falar algo diferente.






-“Para o mundo que eu quero descer...Mas que visão do paraíso é aquela...?Ai eu quero um desse pra mim...”- disse ela olhando de boca aberta para o outra lado do estacionamento.






Então eu olhei para onde ela estava olhando,sem entender a sua atitude esbabacada.


E foi quando eu encontrei o seu olhar.E senti o meu sorriso se abrir em contagio com o sorriso delo.






Deus! Como eu queria correr até ele e o beijá-lo.






Por impulso disse...






-“Segue o teu caminho,e ponha um óculos,que aquele ali já tem dona. – disse


Eu estava chocada comigo mesma por ter dito aquilo.Pois eu nem sabia se ele era meu de fato. E porque será que ele estava fazendo aqui. Será que era para me pedir desculpa pelo que fez,ou por ter se arrependido,e como homem veio falar olhando nos meus olhos.


Por um segundo,eu senti que o meu sorriso para ele riria se despencar,mas ao contrario,e misteriosamente,eu continuei a sorrir.


-“Então vai lá,toma o que é teu,e seja feliz amiga.Enquanto eu fico chupando dedo”- disse Anne vendo e adivinhando que era ele. Assenti sem olhar para ela,e fui até ele.






Não corri,mas também não poupei passos lentos.


Não seu quanto foi o tempo,mas tudo que só vi,foi ele diante de mim sorrindo,e o calor de seu corpo me aquecendo.


O meu coração vacilou,quando senti que ele se aproximou mais de mim,me dando uma abraça caloroso.Céus! Eu estava a ponto de me jogar em cima dele.”Se controla Renesme.Você está no estacionamento da escola.”


Ele desvencilhou do nosso abraço,e isso me fez sentir triste,mas ao ver o seu sorriso outra vez,a tristeza sumiu do meu peito.


-Oi. –disse ele. Deus! Eu quase me derreti toda só de ouvir a sua voz rouca.Molhei a minha garganta,e respondi.Antes dele pensar que eu estava tendo um treco.


- Oi. – sussurrei a resposta.


-O que você está fazendo aqui...,quer dizer,como você descobriu ...Ai que pergunta idiota- disse para mim mesma a ultima frase e mordendo os meus lábios com vergonha,e corando também.


Ele deu uma risada gostosa e divertida,e disse.


-Não precisa ficar envergonhada.E sua pergunta não é idiota.- disse ele. – Eu vim te buscar pra ti levar para almoçar comigo.Você aceita senhorita?- sorriu


- Sim.- sorri,mas o meu sorriso sumiu. – Mas o meu avô...,eu não disse a ele que eu ia...


- Clama...Charlie sabe que você está comigo. – respondeu ele me interrompendo,e isso me fez outra vez sorrir.- E respondendo a sua outra pergunta,foi ele mesmo que me deu o endereço de sua escola.


- Foi? – franzi i cenho. – E..., como foi a sua conversa com ele? – perguntei com misto de nervosismo,e curiosidade.






- Calma...Eu vou contar tudo,mas primeiro vamos almoçar. – disse ele.


- Onde vamos? – perguntei curiosa.


_ Isso é surpresa. – disse ele.


Não insisti.Deixei que ele me surpreendesse.Subi na sua moto,e fomo em direção a Seatle.


A viagem foi tranqüila,ainda mais tendo ele na minha frente para eu envolvê-lo em meus braços enquanto eu o segurava para não cair da moto.


O logar onde o Jack me levou para almoçar,não era um lugar luxuoso.Que por ser assim,eu dei graças a Deus. Pois Jack pelo que pude ver,ele não é do tipo que abraça o mordomia,com exceção de sua reluzente moto.


Em quanto esperávamos a garçonete exibida trazer os nossos pedido. Entre olhares mortais que eu direcionava para vagabunda da garçonete que estava toda se querendo para o Jack,e prestar a atenção no que ele dizia sobre o que aconteceu na conversa dele com Charlie,minha fisionomia era de dar risada,até que o Jack me chamou a tenção,pra ele ,que agora eu estava preste a pular na garganta da vaca ,que vinha com os nossos pedido.


- Saco! Eu detesto repetir. ! – resmungou Jack


- Ta falando de que? – perguntei voltando a olhá-lo.


- To falando que eu vou ter que te contar tudo de novo,do que eu e seu avô conversamos.Porque já faz meia hora que eu passei, prestara atenção em você,caso você resolva voar no pescoço da pobre garçonete.- disse ele falando serio.


Ao ver a sua expressão,eu me senti envergonhada,por está agindo como uma louca obsessiva de ciúmes.


-Desculpe.Isso é tudo novo pra mim.- sussurrei –E ale do mais,eu nunca vi tanta vadiagem em uma só pessoa...E...


- Com licença...- disse a cantarolando a garçonete,cheia de sorriso,pro Jack. – Aqui estão os seu pedido.- disse ela colocando cada parto em seu lugar.


Ela praticamente esta esfregando aquele decote de puta na cara do Jack.E o pior! Quando ela colocou o meu prato na minha frente,foi colocando como se colocasse uma tigela de ração para um cachorro pulguento. Nesse momento eu queria era arrancar o cabeça daquela vaca.E eu sentia o sorriso reprimido nos lábios de Jacob em direção a mim.Me vendo ter um ataque de ciúmes.Mas isso não tinha graça.


Era injusto.Pois Jacob por ser mais velho ,tem mais experiência que eu...E com certeza não era mais virgem...”Idiota eu pensar que Jack é virgem.Não.Ridículo eu falar que pensei isso.”...E essa mulher,ela era um mulherão,e bem sensual,e eu quanto a mim,sou só uma pirralha ciumenta,sem experiência.


Será que era melhor o Jack se relacionar com alguém como esta mulher...,que tem mais a oferecer a ele do que eu?


Estes pensamentos não fizeram só eu sentir uma dor no peito,por não ser boa o bastante para ele,mas também com a possibilidade ,dele não poder ser meu.


- Ei...- me chamou ele.- Ela não é assim tão grandes coisas.E quer saber? Eu ainda prefiro você. – disse ele segurando a minha mão.


- Vai dizer a ela.Porque ela ainda está toda cheia de sorriso para você. – disse olhando para a vaca atendendo outro cliente ao lado,sem deixar de pousar os seus olhos em Jack.


-Esquece ela.Vamos comer – disse ele. Assenti sem poder fazer nada.


Mas mesmo tentando me concentrar na comida,foi inevitável não deixar de ver a vaca da garçonete suspirando e se empinando a bunda quando passava perto da nossa mesa.Principalmente para Jack.


Quando terminamos,eu não queria sobremesa ,e pela minha cara Jack não quis pedir uma.Então sem alternativa,ele pediu a conta,não porque ele queria ficar,mas porque quem trouxe a conta foi a vaca.


-Aqui está sua conta. – disse a garçonete,toda cheia de charme para o meu Jack. Meu? Opa! Eu nem sabia se ele era meu.


Mas tudo foi a gota d’água quando eu vi um papelzinho pequeno junto com a conta.E pelo que pude ver era um numero de telefone.


“Ah não...! Essa foi longe demais”


Eu a olhei com todo o ódio visível,mas a biscate nem se quer percebeu,mas Jack,esse sim viu o meu olhar homicida para a garçonete...Eu não ia matar aquela desgraçada ali,ou fazer qualquer coisa longe.Fui criada para ser pacifica.mas isso testou a minha paciência.


A raiva era tanta que a merda daquela dor de cabeça voltou.E na mesma hora eu pude ver toda a malicia em sua mente,toda a luxuria,desejo direcionado ao Jack.


Todo o que me veio em mente era usar o meu trunfo e deixar aquela loira burra,mesmo burra.Ah sim! E vadia da garçonete é loura. As palavras loira burra não tem um significado? E porque não fazê-la vivencia essas palavras? Poderia deixá-la meia que retardada,para ela nunca mais,dar em cima ou se oferecer para o homem de ninguém?


No meio destes pensamentos cruéis,uma voz em minha mente me dizia...”Renesmee...,ela é humana.Não faça isso.Você não sabe controlar esse poder,pois isso pode matá-la.! “ e outra voz dizia : “ Você pode Renesmee,ela só é uma humana fraca,manipulável.De uma lição nela.Você consegue,você controla.” Mas uma outra e terceira voz dizia: “ Não faça nada que possa se arrepender.Aprenda a usar este dom,a controlá-lo para o bem,e não para futilidade.”


Conclui que a ultima voz,era que estava mais certa.Não valia a pena fazer algo tão cruel assim com alguém,mesmo que seja para uma biscate sem noção como essa garçonete.


Fechi os olhos para controlar o esse poder esquisito que está a cada dia se alojando ainda mais da minha mente. Como um querer,consegui controlar,e a dor foi passando,mas antes que eu encontrasse o olhar preocupado de Jack para mim,e a garçonete estacada como uma vara de bambu no deserto,esperando a receber de volta a caderneta com a conta. Percebi que o meu conflito interno de decisões,foi só um segundo.


Sem que o Jack pegasse o papel com o telefone da garçonete,e depois jogasse fora.Fui mais rápida que ele,e peguei o papel.


Jack me olhou de uma jeito indecifrável.


Olhei para o papel numa questão de relance,tendo a certeza de que era um numero,e até pude ver o nome da sujeita,eu entreguei para ela.


- Com licença!Você deixou cair este papel com seu numero de telefone aqui.E acho melhor você dar este numero para alguém não comprometido.Porque este gato aqui ...- disse apontando para o Jack. – Ele é comprometido.E adivinha quem é a namorada dele? Sim...Sou eu. Obrigada...Lisa...né? Pelo ótimo atendimento. – disse a entregando a caderneta com o dinheiro da conta. – Ah! E pode ficar com o troco.


Dei um sorriso angelical,e ela arqueou a sobrancelha,com hostilidade,mas saiu catando cavaco,sem olhar para trás.


-Uau! Que foi isso? Por acaso você é bipolar? – disse Jacob meio que admirado.






- Resposta 1: foi o meu autocontrole falando mais alto.Resposta 2: Eu não sou bipolar. – disse olhando para ele. – Porque?


-Bem,é que ...um segundo você estava preste a arrancar a cabeça da garçonete,e no outro você estava botando ela pra correr ,toda educada. – disse ele meio que rindo.


-Classe.Eu fui bem educada,pra sair dando um barraco por causa de uma biscate sem noção.E...quis botar ordem no terreiro. – disse sorrido.E ele retribuiu o meu.


Depois fomos embora...,mas antes dele me levar para casa,ele me levou em um lugar,nos limites da cidade de Forks.


Era uma lugar lindo,mágico,especial. Era um paraíso.


O lugar tinha a frente um riacho em forma de ondulações,flores silvestres cercavam o lugar,com árvores,pássaros a cantar.


Jack disse que ali seria o nosso lugar secreto...E que ninguém a não ser nós iria lá.Isso me deixou muito contente...Mas como eu recuperei o meu estado de sanidade pós ciúmes,eu voltei a perguntá-lo sobre a conversa dele com o meu avô.


Dessa vez,eu prestei a tenção em tudo.E fiquei feliz que o meu avô,não arrumou problemas com Jack.


- Então quer dizer que...- dizia eu


- Que somos namorados. – completou ele a frase.


- Somos? – perguntei com a sobrancelha arqueada.Ao ver a minha expressão,ele focou meio serio


- Porque você não quer? – perguntou ele meio receoso.


-Como eu posso dizer que eu quero,se você não me pediu em namora primeiro?- disse dando uma meio sorriso.


-Ok...Se é assim que deseja.Assim será. – respirou ele fundo.Ele se aproximou mais de mim,olhando em meus olhos.E eu podia sentir o seu hálito quente,com aroma de menta com canela soprar em meu rosto. Ele mordeu os seus lábios inferiores,como se continha de um desejo maior do que estava preste a fazer.Porém disse.- Renesmee Carlie Cullen..., aceita ser minha namorada?


Fingi pensar um pouco,e disse sorrindo. – Sim,aceito.


Sem mais nada ,e ninguém para nos impedir.Jack cobriu o espaço que existia entre nós,colando os nossos corpos colado um no outro.Me envolvendo em seus braços,me tomando com um beijo.


No começo,o beijo foi calmo..., e aos pouco se tornaram usgentes.Ficamos por um longo tempo nos beijando,até que vimos que já estava ficando muito tarde.E Jack concluiu que se ele não cumprisse o que prometeu ao meu avô ,ele o proibiria de me ver.


Mas eu rebati dizendo se ele fizesse isso,sempre daríamos um jeito de nos ver.Ele assentiu com concordância .Depois fomos para casa...






1 MÊS DEPOIS...






Já fazia um mês que Jack e eu estávamos namorando.A cada dia que passava,o nosso relacionamento estava mais intenso.Durante esse mês,Jacob me apresentou formalmente para o seu pai como sua namorada...,e dessa vez Billy agiu de forma diferente que não primeira vez que nos conhecemos. A irmã de Jack a Rachel,é um amor de pessoa...,e sempre que da na sua telha,ela me chama pra ficar com ela,em quanto o seu marido Paul está fazendo ronda.Nisso eu descobri que foi Paul que quase me atacou no dia que aqueles vampiros sádicos me atacaram na estrada...Bom ,de principio fiquei receosa,e o sentimento foi mutuo,mas agora ele até de vez em quando faz piada comigo.






Conheci também o resto da matilha. Quil,Jared,Embry, Leah,Sam,Collin,Brand...,e as meninas como a Kim,Emily...De ele acharam estranho o fato deu ser uma mestiça...,e tinham o pé atrás pelo fato deu me alimentar com sangue,mas no dia em que eu almocei na casa da Emily com todos presentes,todos não sabiam se prestavam a tenção na sua própria comida,eu se me via comer com vontade,enquanto Jack se afogava em sua comida,mas as vezes ele me olhava com orgulho,como seu eu fosse uma criança que ele estava alimentando ...Depois disse,foi só o acaso...E eles me encheram de perguntas,mas o que mais eles queriam saber,era sobre se eu tinha poderes como os meus pais,e alguns da família.Mas as vezes no meio dessa calmaria eu percebia que havia um segredo,sei lá...,algo idêntico a atitude de meus pais,e da minha família como se escondesse algo de mim...Seja o que for,eu não vou me abalar dessa vez.


Não tive necessidade de esconder,o meu dom,mas procurei me concentra em não mostrar o que não devia,ou deixar aquele novo poder ainda desconhecido se manifestar ali.


No inicio eles ficaram espantados,mas gostaram do meu dom de mostrar os meus pensamentos,e imagens com um só toque.






Mas com toda a perfeição,uma hora tinha que vir a imperfeição.Porque agora o meu avô,vivia me cercando e me fazendo a mesma pergunta: QUANDO VOCÊ VAO CONTAR SOBRE O SEU NAMORA COM O JACK?






Eu sei que cedo ou tarde eu teria que contar,a eles.Mas eu esperava que fosse bem tarde.


Nesse tempo eu torci,para que nenhum deles viesse fazer uma visita surpresa,ou dar um jeito de me vigiar de longe.Mas não.Graças a deus isso não aconteceu.


Falavamos muito por telefones,e sempre eles diziam que estavam morrendo de saudade.Muitas vezes tive que morder a língua para não perguntá-los se era saudade de mim ou de me vigiar.Mas me continha.






No final da semana passada foi a formatura de Seth,eu eu jura que foi uma semana de desespero para mim,pois eu pensei que desta vez eu não teria escapatória em contar pro meus pais sobre o meu namoro.Pois ele possivelmente iriam na formatura de Seth,mas graças o meu bom senhor das causas pequenas,fez um sol de rachar,e eles não iriam poder ir.Então por minha sorte,eu iria poder ir com o meu namorado,lindo ,gostoso,todo todo,como diz a minha amiga Anne.


Como aconteceu no restaurante ,tive que me conter.Pois tinha uma montes de formandas ,e garotas do campos que ficaram babando pelo meu namorado. Fora uma chuva de papeizinhos com nome e telefones da biscaranhas que mandaram para ele.Mas Jack nem deu atenção para nenhuma dela.E olha que tinha cada uma garota que me fazia sentir o patinho feio do lado delas,mas como não só elas e também outras mulheres e garotas que sempre passavam por nós quando estávamos juntos,ele não dava a mínima para elas.






Essa atitude dela me fazia sentir a melhor mulher do mudo e sortuda.Mas acima de tudo que ele era só meu.E eu sentia mesmo,mas as vezes a insegurança batia.E eu ficava imaginando se um dia ele se cansasse de mim,e arrumasse outra.Como eu ficaria.PESSIMA,com certeza.






Mas quando ele via a insegurança em meus olhos,ele sempre tinha umas palavras que me dava a maior certeza de que nada iria separarmos.


Durante esse tempo e no meio da felicidade com Jack,uma coisa eu não pude ignorar.Que foi o misterioso dom que se manifestou em mim.






Eu não queria contar para os meus pais,pois se eu estava evitando em contar sobre o Jack,imagine isso.






E com certeza isso seria a chave para eles me obrigarem a voltar.


Mas como eu confiava no meu Jack,resolvi contar para ele.






Jack achou estranho,o que eu contei.Pois eu falei para ele sobre o episodio deu ter visto a mente do meu ave e de Sue enquanto eles estavam dormindo,e do que eu fiz com a professora de matemática...,e o que eu quase fiz com a garçonete. Teve uma hora que ele tinha uma expressão de espanto e horror,mas depois ele mudou para cauteloso.






Contei a ele também,que numa noite passada eu matei o cachorro da vizinha com este dom.


Expliquei que tive uma dor horrenda de cabeça,e que comecei a ver todas as mentes que cercava o bairro.E para me controlar,fui a te varanda da casa,para tomar um ar.Mas quando eu cheguei lá,o cachorro começou a latir de tal forma,que fez a minha dor de cabeça aumentar.E a dor me fez ter ódio.E quando dei por mim,eu vi o cachorro gemer de dor,como se a minha dor estivesse com ele. E tudo que me veio em mente,foi que eu queria que o cachorro sentisse a minha dor,pra ver como é incomodo sentir uma dor,e haver um barulho infernal te atormentado.






Eu sei que é infantil,mas foi o que aconteceu.






Depois de contar tudo a ele,Jack achou que era melhor eu falar com os meus pais.Mas eu argumentei dizendo que antes de falar qualquer coisa a ele,eu queria dominar esse dom.Aprender a controlá-lo. Relutante ele concordou.


E ele me pediu para demonstra esse dom para ele.






Havia um bando de pássaros voando pelo sul.Concentrei em todos de uma só vez,e em pouco segundo,todos estavam ao chão mortos.






Então,Jack achou que eu deveria usar este dom,para controlá-lo durante a minha caça.Me concentrando nos animais que eu consumiriam o seu sangue. A idéia foi boa,e estava dando certo,porque a cada dia eu estava conseguindo controlá-lo. E as coisa foram a sim,sem ninguém por hora saber,principalmente os meus pais.


*****************






Ultimamente as coisas entre eu e Jack,estão cada vez mais quentes.Por incrível que pareça que no dia em que nos beijamos pela primeira vez,por pouco quase me entreguei a ele...Sempre as coisas ficam nos amassos.


Mas hoje as coisas estavam diferentes. Por mais que Jack as vezes entravam no meu quarto durante a noite e ficávamos nos amassando,nunca rolava mais que uma mão aqui outra ali...


Bom...,depois da aula,Jack e eu viemos para o nosso lindo lugar secreto.Hoje eu havia saído mais cedo da aula,e eu liguei para ele pra ir me buscar,e como sempre fazemos antes de ir para casa,ficamos namorando um pouco sem vigilância do meu avô coruja.






- Jack...hum...- gemi sem conseguir contê-lo


Ele beijava o meu pescoço,dando leves mordidas que estavam me excitando a cada minuto.Jack estava sem sua camisa,e quanto eu estava co a blusa do meu uniforme aberta com o meu sutiã a mostra,mas não era só o meu sutiã amostra.Em quanto ele beijava o meu pescoço.suas mão acariciavam os meus seios que estava ambos para fora do sutiã...


Eu estava sentada em seu colo ,de frente para ele.Seus polegar massageava o meu mamilo direito.Enquanto involuntariamente,eu rebolava em cima de seu membro rígido debaixo de sua bermuda...Cada toque que ele me dava estava meu deixando cada vez mais molhada.E hoje esse nosso momento as SOS,chegou ao um nível na qual,eu mesmo não conseguirei conter.E pelo que vejo,ela também não conseguira conter.


Seus lábios voltaram a me beijar,mas deixaram os meus descendo até meu busto,chegando até os meus seios.Sua língua quente acariciava os meu mamilos com luxuria e desejo.


Meus gemidos estavam incontroláveis,e se intensificavam ainda mais quando eu escutava os gemidos dele.Sua mão livre,foi descendo pelo meu corpo,até chegar em minhas coxas,e prosseguindo até a minha calcinha.Seus dedos tocaram a parte externa sentindo a minha umidade.E nessa hora eu decidi que eu o queria dentro de mim.Queria ele pra mim.Queria ser dele.Pertencê-lo.


-Jack...eu o quero...Jack- pedi aos gemidos


- Nessie...hum...- seus gemidos,entre a sugada de meu seio.


- Jack...por...hum...por...fav..vor...por favor- implorei


Seus lábios deixaram o meu seio.E ele encontrou o meu olhar.Seu hálito quente soprava em meu rosto.O perfume de sua pela me embriagava...Os seus olhos havia um desejo enlouquecedor.


-Eu a quero também. – sussurrou ele. – Você tem certeza?


- Tenho a certeza de você.Eu quero ser tua Jack...- disse,mas os seus lábios tomaram a minha boca,fazendo com que eu me calasse.


Suas mãos agora tirava a minha blusa,e sem hesitar,ele retirou o meu sutiã.Seus braças me envolveram fazendo com que meus seios encostasse em seu peito,fazendo com que os meus mamilos rígidos roçassem nele.


Aos poucos com seus lábios nos meus.ele ele foi me deitando na grama verde,pousando o seu corpo sobre o meu,mas não jogado totalmente o seu peso em mim.


Depois,ele foi descendo com sua boca distribuindo beijos por todo o meu corpo deixando rastro de fogo com sua língua sobre ele,fazendo todo o meu corpo se estremeser.


Quando ele chegou até o meu ventre,suas mão foram retirando a minha saia,e todo que impedia os seus lábio de tocar.


Por fim,tudo só que tinha era a minha calcinha,mas logo ela não estava mais em seu lugar.


Jack se posicionou entre as minhas coxas,me dando mordidas entre elas.Até que sua língua quente pousou em minha entrada úmida ,inchada e pulsante. Ao sentir a sua língua penetrar em minha entradas,explorando cada dobra,se deleitando em todo o meu mel,me fez sentir espasmos de prazer.


-Jack...ãn...humm...- meus gemido não estavam contido.Pois Jacob me mostrava um prazer desconhecidos,que jamais imaginei sentir.


-Tão linda...,tão deliciosa,e tão doce o teu mel.Você é perfeita minha linda.- sussurrou ele.- hum...humm..


Ele gemia explorando cada milímetro de minha carde.Seus dedos começaram a me penetras,aos pouco enquanto sua língua brincava com o meu clitores.Todas essas sensações de prazer estava me levando a loucura.


A parte interna de meu sexo,latejava,e eu não podia agüentar mais,toda essa onda de desejo.Então comecei a sentir outros espasmos,e em segundos as minhas pernas começaram a formigarem,um gemido involuntário ecoou de fora de minha garganta.Um orgasmo explodiu em meu corpo


Sentindo o meu corpo desfalecer.


A sensação era tão boa,que tudo que me dei por mim,Jack já estava tomando os meus lábios com um beijo. Seu quadril estava posicionado entre as minhas pernas.Sua mão,acariciava o meu corpo,em quanto a outra,estava pousada atrás de minha nuca.


Então,comecei a sentir a cabeça de seu membro roçar em minha entrada.Do nada uma vaga lembrança me fez estremecer,pois eu sabia que Jack era bem dotado,e uma onda de medo,começou a tomar conta de mim.Mas era tolice eu ter chagado até aqui por causa de um simples detalhe,tanto porque Jack não iria me machucar.


E de uma forma eu sabia que ele me completava.E que éramos como duas peças perfeitas que se encaixavam.E isso era tudo que importava agora.Senti o meu corpo relaxar,por mais que uma pontada aguda atingir a parti interna de meu sexo.Mas não era uma dor incomodar e sim ao mesmo tempo prazerosa.


Aos poucos cada barreira que impedia que ele se encaixasse em mim,foi rompida.Até senti todo ele dentro de mim.De vagar ...,ele foi se movimentado num vai e vem.E cada movimento me fazia gemer.


-hum...hum...hum...- gemia


- Isso minha linda.Geme pra mim. – sussurrou ele em meu ouvido.


- Jack...mais...- pedi ao gemidos


-que...?


- quero mais...Jack...hum...hum- implorei.


Então ele foi aumentando as suas estocadas,fazendo eu me contorce de puro prazer.E assim ele foi aumentando,aumentando...até chegarmos juntos ao apce da luxuria...Então,pude sentir o seu liquido quente banhar cada parede interna de minha vagina.E sentindo preenchida ,por seu membro pulsando por mais.


Nossos corpos suados e colados,ficaram pousados e entre laçados um no outro sem intenção de nos separarmos.


Ficamos por um momento em silêncio...Até que escutei a sua voz rouca sussurrar em meu ouvido,roçando os seus dentes no lóbulo de minha orelha.


-Você está bem?- sussurrou ele.


Com os meus olhos ainda fechados,meu sorriso brotou de felicidade.


-Com você...Sempre estarei bem.- sussurrei,abrindo os meus olhos para olhá-lo,em seus olhos. – Eu te amo.


Ao ouvir as minhas palavras,os seus olhos brilharam de pura felicidade.


- Você não faz idéia de quanto eu amo você. Te amo.Te amo.Te amo.- sussurrou ele tomando os meus lábios com um beijo apaixonado.


E mais uma vez,voltamos a nos amar...,até que infelizmente,tivemos que nos vesti para irmos embora.Pois se demorássemos,Charlie seria capaz de mandar até cães de caça atrás da gente.


Não havia anoitecido,pois ainda eram 17:00 da tarde.


A minha felicidade era tanta que o meu sorriso era de orelha a orelha...Jack tinha a felicidade estampada em seu rosto também.Mas como ele mesmo disse tínhamos que nos conter,para que Charlie não desconfiasse de nós.


Assim que Jack estacionou a sua moto em frente a minha casa,demos de cara com Charlie nos olhando com cara de desconfiados,mas ficou na dele. Sendo que sua expressão era porque ele não gostava que eu andasse em motos.Sue estava bordando uma toalha,mas começou a guardar suas coisa,para entrar e ir fazer o jantar.


-Vai ficar pro jantar Jack? – perguntou Sue antes de entrar,olhando para nós em frente a casa.


-Não ...Eu tenho umas coisa pra resolver com Embry e Laeh,mas se der eu passo aqui depois do jantar.- respondeu ele com um sorriso,que Juro que se Sue não percebeu nada,que foi um milagre.


A resposta de Jack fez Charlie rolar os olhos.


- Nessie...não demoram muito entrar,e já esta esfriando. – disse Charlie.


- Tudo Bem,vovô.Só vou me despedir do Jack. – disse


-Claro...Tchau Jack...! Até mais tarde ou talvez. – disse Charlie virando as costas para entrar.


- Até Charlie. –respondeu Jack se divertindo com o humor do meu avô.


Sue já havia entrado...Então ficou só eu e ele para nos despedir.


Virei de frente para ele ,que estava rindo de Charlie.


- Que foi?- perguntei colocando os meus braços em seu pescoço.E ele colocou seus braços em volta de minha cintura.


-Quando eu era amigo de sua mãe,Charlie era mais que eu fosse namorado de sua mãe do que de seu pai.- disse ele


-Jura? Vai me contar essa história. – disse achando hilário a situação.Mas ao mesmo tempo,admirada por Jack está falando de algo do seu passado e da amizade que eu sabia que ele teve com a minha mãe.


Talvez essa era a hora deu tirar as minhas duvidas,ou esclarecer algumas coisas que eu não entendia porque.Ao ver que eu fiquei curiosa,sua expressão mudou um pouco,mas ele tratou de disfarça.


- Outro dia eu conto.Pois agora eu tenho que ir mesmo.- disse ele desviando de alguma outra pergunta minha curiosa.


-Tudo bem.Já estou com saudade. – disse fazendo biquinho de cachorrinho que caiu da mudança.


- uhmmm...vem cá vem- disse ele me puxando para um beijo.


Nossos lábios se colaram com um amor,uma paixão ,que acho se alguém estivesse passado por lá iria nos denunciar por violência ao pudor.


Sua língua explorava cada conto de minha boca.Como se quisesse estudar cada parte,e decorar para não esquecer cada detalhe...O desejo de ter um ao outro novamente ...estava começando a intensificar,até que um som ensurdecedor nos fez ponderar.Mas foz uma foz aveludada,e ao mesmo tempo furiosa que fez nosso beijo parar.E nossos corações soltarem com um sustos,e terror pêra o que estava preste a acontecer.


-LARGA A MINHA FILHA SEU CAHORRO IMUNDO!


Meus olhos varreram em direção a voz.Não só encontrando o olhar feroz de meu pai;mas encontrando cada rosto de todos da minha família...


Olhares incrédulos,de repulsa,e posição de ataque,e medo.MEDO!Medo porque só havia duas pessoas que temiam. MINHA MÃE,E MINHA AVÓ ESME.


O meu coração estava a ponto de parar de tanto soltar descompensadamente.Minhas mãos,agarraram os braços de Jacob com a intenção de não me separar dele.Pois eu sentia que aquilo resultaria em algo que insistiria em me afastar dele.


Jack me abraçou com força,como se ele quisesse me proteger.E eu fiz menção a ele.Comecei a sentir os eu corpo tremer,e não sei se era medo,ou o cheiro de minha família que o estava impulsionando a seguir os seus instinto.Se fosse isso eu deveria me afastar dele.Mas não,se fosse isso ele não estaria me abraçando protetoramente.sabendo que se ele se transformasse comigo em seus braços ,ele poderia me machucar muito feio.


Não,ele não iria me amachucar.E eu não iria me afastar dele.


-LARGUE ELA AGORA.ESTÁ SURDO SEU CACHORRO? – Berrou Tia Rose.


-FILHA...POR FAVOR SE AFASTE SE DELE.ELE VAI TE MACHUCAR. – implorou mamãe.


Eu não fiz.E tudo o que fiz foi balançar a cabeça num não,e me agarrar ainda mais a ele.


-EU VOU TE MATAR SEU VIRA LATA. SOLTE ELA JÁ... – berrou meu pai.


-EDWARD NÃO...! – suplicou a minha mãe aos gritos.


Eu não sei o que aconteceu.Só sei que foi mais forte que eu.


Só vi o meu pai,vindo em nossa direção completamente transtornado,pronto pra matar o meu Jacob.


Estava entre proteger o homem que eu amo.Ou deixar ele ser atacado por meu pai.


Deixar o meu pai matar o minha o amor de minha existência. Ou ferir o meu pai pêra proteger o meu amor.


Tudo o que eu sabia,era que o meu pai podia se curar de qualquer ferida,mas o meu Jack ,nem todas as cicatrizes poderiam ser curada.Como uma mordida de vampiro,que seria mortal para ele.


Eu tinha o que precisava em minhas mão.E mesmo que eu não tivesse o dominado,o meu desejo de proteger quem eu amo falou mais alto.Até a ponte de ferir também a minha própria família,se for necessário.


Agora escutava choros sem lágrimas,vindo em direção onde estava o corpo do meu pai estirado ao chão,como uma expressão de nada.Como seu não existisse mais o seu cérebro.


Ao meu ouvido só escuto uma voz,que foi a única coisa,que me fez voltar daquele emaranhado de defesa.


-Nessie para. Tem humanos aqui.Charlie,Sue. – sussurrou Jack,fazendo com que os meus olhos ganhassem foco como efeito de um antídoto causado por sua voz.


Agora eu podia ver. Minha mãe,Esme, Carlisle ,ao corpo de Meu pai. Quanto ao resto observava de longe com os olhos espantado em minha direção.


-CARLISLE.ELE ESTÁ MORTO? – perguntou mamãe.


Carlisle encarou o rosto de minha mãe,e depois olhou para mim...E um segundo se estendeu sem uma resposta.






CONTINUA...
                                **BY:Lu Fanfics**

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