Natiele Lopes. Tecnologia do Blogger.

capítulo 1- Pedido



Thum,,,thum...thum...thum... (o telefone toca)


-Alô!- atende embargamente um voz masculina no outro lado da linha...
-Alô!Vovô?!Sou eu;Renesmee.


(FlashBack)...


Na noite passada,eu não havia dormido direito.Pois aquele mesmo sonho,aquela mesma voz,invadia a minha conciencia...Já havia muito tempo que vinha tendo aquele sonho;e apesar dele tirar o meu sono,eu não o considerava um pesadelo,pois a voz que sussurrava em minha conciencia e inconciencia,acariciava os meus ouvidos...Não!Não só em meus ouvidos,mas tudo sensível em mim.


No princípil,neste sonho só havia os sussurros,e com o passar do tempo,veio a imagem...Uma imagem que faziam os sussurros a ter um sentido,e justiça a ela.Aquela imagem era uma linda imagem de um belo rapaz,pois os seus olhos negros faziam me prender neles...;sua pele morena e lisa,sua silueta mascula,faziam com que ele parecesse de verdade,a ponto de me fazer querer estar dentro daquele sonho para poder toca-lo.Fazendo valer os meus direitos de senhoria,por deixa-lo entrar em meus sonhos...Não...,erro meu!Ele não estava ali porque eu permitia,e sim porque ele chegou aos poucos,e assim fazendo parte de mim.Como um vicio,como um calmante para curar insônia...


Isso tudo começou,quando eu ainda era pequena.Pois eu estava brincado com uma das milhares de boneca que havia ganhado esparramada no chão,sendo observada pelos meu tios Emmit e Jasper...Até que de onde estava,pude ver a mamãe com papai do outro lado da sala,conversando aos sussurros com vovô Carliles e vovó Esme.Papai não sei porque,abraçou a mamãe parecendo que estava a consolando,e foi então que ela falou um nome com o tom de sua voz mais alto do que estava falando antes;e quando papai viu em minha mente eu me perguntar ,porque aquele nome na qual mamãe se referiu,fazia ficar daquele jeito infeliz?Ele sussurrou alguma coisa no ouvido da mamãe,e ela olhou discretamente para mim,e se recompus...E como sempre tive a mente evoluída,entendi que se perguntasse a ela ou ao papai sobre o motivo de toda aquela tenção,eles não iriam me dizer,pois algo me dizia que não era atoa que elas mantinha descrição,e qua havia algum mistério ou segredo escondido...E do jeito que eles eram tão protetores comigo,achariam irrelevante eu saber,ou simplesmente pelo motivo de ser aindo uma bebê e não entender certas coisas de adulto,mas com o dom de meu pai,ele sabia que ver aquela cena estava me fazerdo ter curiosidade.Portanto,intercedeu antes de que eu me levantasse e fosse até eles,e com a palma de minha mão,fazê-los a pergunta que obviamente não iriam me responder ou possivelmente mentiriam para supostamente me poupar de algo que desconheço...
Depois disso,o nome no qual minha mãe citou passou a martelar em minha mente;com sussurro leves brutalizando em uma ordem.E o mais interessante,era que os sussurros em meu sonho,pareciam imunes ao dom do meu pai,pois sempre que sonhava,ele nunca estava perto quando despertava daquele sonho sussurrante ou nem mesmo perto o suficiente para vê-lo em minha mente...E eu sabia que se ele visse,estaria estacado próximo a minha cama esperando para que eu acordasse,e o respondesse por que estava tendo aquele sonho...Então foram quase cinco anos tendo meus sonhos corrompidos escutando aquele nome...
Até que chegou um dia em que fui até a suíte da mamãe a quatro anos atrás,com a intenção de pegar umas de suas caixas decoradas,para por os cartões de natais e aniversários que ganhei de toda a minha família,e do meu avô Charlie e sua nova esposa Sue...E como já havia visto algumas caixas vazias em seu closet da mamãe,fui até lá para pegar uma vazia...Sei que o certo era tê-la pedido primeiro,mas justamente quando precisei pedi-la,ela não estava em casa;e mesmo assim não desisti de pegar a caixa,e fui até lá pegar alguma,pois queria organizar umas coisas,e abrir espaço para outras...E como esse dia não havia nada de interessante a fazer,resolvi organizar algumas coisas em meu quarto...
E no momento em que abri a porta do closet,encontrei imediatamente o que queria,e sem hesitar,fui até uma prateleira que havia várias caixas;e uma delas eu sabia que estava vazia...Desastrosamente ao pegar a caixa que havia gostado,acabei derrubando uma outra caixa;e infelizmente essa não estava vazia...e nela estavam guardados vários cartões,fotos e entre outras coisas,mas o que me chamou a atenção das coisa que acabei derrubando com a caixa,foi uma foto.E ao vê-la não hesitei em pega-la.;então inclinei-me levando a minha mão até onde a foto estava caída,por de baixo de alguns papeis,mas mesmo assim ela estava visível .E o que me chamo a atenção nela,foi que eu de uma forma estranha já havia visto,e de uma forma idiota,tentei me lembrar de onde já tinha a visto,mas ou tocar na extremidade da foto,senti como se houvesse um tipo de magnetismo aquela foto,mas ou mesmo tempo lembrei-me de onde a tinha visto,pois exatamente naquele momento,não consegui parar de olha-la,eu não consegui coloca-la de volta junto com os cartões e as outras fotos,antes que mamãe chegasse e me pegasse olhando...
Eu não sei se passaram horas,minutos ou segundos;eu só sei que quando consegui piscar meus olhos,percebi que minha respiração estava irregular,e o meu coração dava solavancos,como se quisesse força a bater normalmente.E aquela situação me deixou confusa,mas com um outro movimento,consegui virar a foto,para ver o que estava escrito atrás...E ao ver o que estava escrito,uma parte de minha conciencia ganhou uma resposta,ma ou mesmo tempo ganhou outra pergunta.Pois o rapaz,tinha o mesmo nome que os sussurros da minha conciencia chamava.E de alguma forma tudo de encaixava,e isso trouxe outras vagas recordações que eu tinha,que era de ver minha mãe com muita tristeza ,e com muita dor em suas feições ao citar aquele nome...E agora sabia de quem pertencia aquele nome.Só não sabia,que era aquele belo rapaz;se era seu amigo,vizinho ou sei lá o que de minha mãe...,e irmão seria improvável,pois essa parte eu sabia que mamãe era filha única.E infelizmente não tinha coragem de perguntá-la quem ele era,pois eu não queria vê-la triste tentando me responder,ou talves não querendo responder...
E só o que sabia daquele nome,era que causava uma certa tenção em toda a família ao ser mencionado.E que aquele nome,era uma palavra restrita em ser mencionado naquela casa...E o meu medo e covardia,não me permitia que tirasse minhas duvidas sobre os mistérios e segredos que cercavam aquele nome...
Então os meus olhos pousaram outra vez naquele nome,e no momento em que meu olhar pressionou visualmente aquele nome,meu coração deu outro solavanco...e minha respiração voltou a ficar irregular...


Jacob Black


( Fim de Flash Back)




Então,depois daquele dia a imagem de Jacob Black,passou a refletir em meus sonhos,e a voz oculte continuou fielmente a sussurrar o seu nome:Jacob...Jacob...Jacob..
E só o que me aliviava no meio disso tudo,era que o meu pai com o seu dom de ler mente,não flagrava o meu sonho;porque graças a Deus ele estava caçando ou com a minha mãe em seu momento intimo e justamente nessa hora aquele sonho vinha para enfeitar a minha noite de sono...
Mas agora as freqüências deste sonho mudaram,pois já haviam quase duas semanas que este mesmo e continuo sonho,rompia todas as noites;fazendo com que acordasse com a respiração irregular,e suando em bicas,mas isso não era o pior;o pior era o vazio que sentia ao acordar,pois a decepção de não poder tocar aquela linda imagem,e saber o significado dele está em minha conciencia,eram interrompido pela total realidade...
Meus pais estavam fora à duas semanas,numa décima e tanta lua de mel; e de princípio,mamãe não queria ir ou ficar muito tempo fora,mas o papai a convenceu que seria bom,mas antes deles partirem,vi meu pai olhar para o meu avô Carliles,como se estivesse o alertando ou reforçando um pedido...Num instante antes de ver aquela troca de olhares,me senti aliviada,por ter em parte a metade da vigilância inconstante reduzida por uns bons e curtos,mas felizes dias,mas vendo aquele olhar,a esperança de um pouco de liberdade,me deixou entediada.E não sei se o meu pai percebeu o meu subto desanimo,mas quando se tratava de minha segurança,os meus sentimentos não tinham relevância,e os ignoravam...Então procurei não pensar naquele detalhe,e me afundar mais no desanimo.E me concentraria em tentar decifrar o mistério daquele olhar e o porque de tanta proteção,no momento em que estivesse sozinha,sem ninguém para perguntar do que estou pensando...
Depois que tive a certeza de que meus pais estariam a quilômetros sem ter a preocupação de meu pai conseguir ainda ler minha mente...Cheguei a conclusão de que meu pai mandou o vovô,me vigiar obviamente o meu sono.Me dando a certeza de que ele sabia com quem sonhava,mas a pergunta crucial,era:qual foi a noite que ele conseguiu captar este sonho que me fazia ter mais prazer em esta dormindo do que está acordada.


E nessa noite,a agonia e o vazio piorou,pois ao acordar,um grito se formou em minha garganta.E usando havidamente meus reflexos,abafei o meu grito com o travesseiro.E eu não queria que ninguém me escutasse a gritar;eu não queria que ninguém viesse ver o que aconteceu comigo;eu não queria ninguém me enchendo de perguntas;eu não queria responder,e principalmente;eu não queria mentir...No primeiro andar,estavam meu avô Carliles,minha avó Esme e tia Alice,pois tio Emmit,tio Jasper e tia Rosalie,tinham ido caçar...Por sote,e pelos dez minutos depois que eu acordei,e ninguém veio ao meu quarto ver o porque eu tinha gritado,melhor dizendo;abafado os meus gritos,suspirei fundo,sentido um certo alivio por ter uma chance de ter privacidade,ou pelo menos até a hora que alguém vir até o meu quarto me olhar.E torço que não venha ninguém,até que decidisse o que iria fazer.


Sem quere levantar,fiquei deitada em minha cama,olhando o teto,pois no final acabei perdendo o sono...olhei para o relógio,e ainda eram três da manhã.Então voltei analisar por um instante,o que iria fazer.se eu me levantava,e me ajuntasse com meus avòs e tia Alice,e correndo o risco de ter que responder suas perguntas,e aturar por horas os seus olhares de que sabiam que algo estava acontecendo comigo,e que provavelmente,estava acordada por causa do meu rotineiros sonhos.e para não transformar em algo tão mínimo,em um motivo de um conselho familiar;resolvi continuar deitada,e se por sorte conseguisse voltar a dormir,torceria para que o meu sonho,não voltasse a me causar gritos...




Três Horas depois...


Depois de ter passado horas acordada,sem voltar a dormir e me deleitar ao meu lindo sonho,resolvi fazer o movimento em que qualquer vampiro desta casa saberia que havia acordado.E deixando um pouco do meu mau humor transparecer em meu rosto,contando que tia Alice,visse em sua visão que não queria ninguém em meu quarto,levantei sentindo mais um peso,além do vazio em meu peito...
Tudo nesta casa,estava me entediando.Melhor!Eu já estava entediada!Pois estava cansada de ter que fingi bom humor,estava cansada de tanto mimos e proteção,de cada movimento sincronizado ao estarem sempre prontos e prestativo ao me verem respirar ou dar um soluço...Já tinha sido um sacrifício em me deixarem me matricular numa escola normal,para ter contato com o mundo e com as pessoas,e não só no MUNDINHO-DE-CONTO-DE-FADA-DE-RENESMEE –CULLEN...no fim,até que aceitaram,mas foi só com o acordo de sempre alguém me levar e me buscar.E como não havia outra opção,tive que aceitar;mas no final de tudo,me sentia como uma criança apesar de aparentar ter 17 anos.Eu me sentia injustiçada com toda esse tratamento exagerado da minha família.Eles de forma estranha,queria que eu tivesse uma vida normal,mas desde que nasci,nada que vivi foi normal.E quando pensei que teria chance de viver a tal vida normal,daí cheguei a esse resultado:A total humilhação e falta de noção...A humilhação;é devido se levada e trazida para por alguém de minha família,e a falta de noção;é por me sentir o centro das atenções,quando chego na escola com um dos carros luxuoso e exagerado da família,e piora quando tio Emmit faz suas poses de “vem aqui que o papai chegou gatinhas” para as patricinhas populares que gostam de grandalhões,mas ai eu o ameacei de contar a tia Rosalie as gracinhas que ele faz pelas suas costas,mas a questão de que sempre usassem um carro mais discreto,não havia como argumentar.Portanto,tinha que sempre aturar certas aproximações incovenientes ,e por coveniencia devido a minha condição financeira...Era estranho,mas eu me sentia bem quando eu escutava alguém dizer que eu era esquisita;e pelo menos eu sabia que esta não iria me importunar com conversas fúteis.A única pessoa que conseguia ser um ouço discreta,era a minha mãe,pois ela sempre do tipo que se contentava com o que tem,e não com que todo o dinheiro do mundo poderia comprar,mas tudo mudava no meu conceito com ela,quando ela se tornava tão protetora quanto o resto da família...




Depois de esta vestida e pronta para descer,e passar pelo milésimos de constrangimentos ao ser levada a escola,me deparei com vovó Esme na sala de estar recolhendo umas rosas murchas que estavam num vaso próximo ao sofá.enquanto vovô Carliles vinha em minha direção,e apoiando sua maleta no encosto do sofá,e olhou para mim com um sorriso de “Bom Dia”.Retoricamente,eu não os chamavam de vovô e vovó na frente de outras pessoas,e sim de Tia e tio por causa de sua aparente juventude para ser avós.E assim se resumia,de primos,irmãos,afilhados e etc...Mas no final e entre estas paredes,saiamos quem era quem,e nos tratávamos como era de se tratar.Acima de tudo com respeito...


-Bom dia!Como foi sua noite querida?-perguntou vovô Carliles
-Bem!-menti forçado um sorriso no canto da boca.Vovô observou a minha expressão,e franziu um pouco o cenho,mas fingiu acreditar.Talvez ele tenha visto a sombra do mau humor que tinha formado em meu rosto ao me levantar.E isso me fez lembrar de alguém.
-Ah...!Vovô!Onde está tia Alice?-perguntei me aproximando mais um pouco,e olhando o que estava colocando em sua maleta.Mas foi vovó Esme que me respondeu,
-Alice foi caçar minha querida,e bom dia para você!-ela disse vindo em minha direção com mais rosas em suas mão,e me dando um beijo no rosto.E eu sorri com sua delicadeza,pois vovó Esme sempre doce comigo,e sua atitude,me fez perder um pouco do mau humor,e sorri para ela. – O que você vai querer pro seu café da manhã?


Bem,de fato eu era a única daquela casa que comia comida humana,mas ainda sim eu também me alimentava de sangue animal,igual a todos daquela casa.


-Bom...nada!Eu não estou com fome,e...como alguma coisa na escola.-menti outra vez.Mas ao contrário de vovô Carliles,ela não percebeu o meu mau homor,e sua expressão mudou para preocupada...


-Está se sentindo bem querida?-ela disse,e logo olhou para o vovô- Carliles,examine-a por favor...E querida,se não estiver se sentido bem,não precisa ir a escola.-ela deisse voltando a me olhar.


-Não...eu estou bem.Só não quero tomar café.-falei arrancando o melhor sorriso de conforto que poderia dar.Mas sua expressão ficou incrédula,e ela olhou outra vez para o vovô.Ver aquela preocupação,e toda a autoproteção,fez o meu mau humor voltar,mas voltei a falar para que minha expressão não os assombrassem.


-Bom,então quem vai me levar?- perguntei já que visívelmente,os meus tios Jasper e Emmet,e tia Rose não haviam voltado,e Alice também não estava.


-Eu a levo!- disse Carliles


-Não vou o atrapalhar?-perguntei com incerteza,mas a minha verdadeira esperança,era que só hoje eu tivesse a chance de ir a escola como uma adolescente normal,sem a companhia de seus parentes,mas sua resposta tirou toda a minha esperança.


-Claro que não.Eu só estou indo mais sedo para o hospital,porque tenho que rever uns prontuários de alguns paciente,mas um pequeno desvio até sua escola,não vai atrapalhar os meu planos.-ele disse sorrindo;e mais uma vez forcei outro falso sorriso de animo.- Então,vamos.-ele disse vendo que já estava pronta.
Assenti.E dei um beijo no resto da vovó,e ela retribuiu devolvendo o beijo no meu rosto.Mas quando me virei para sair,ela voltou a me chamar.


-AH!Renesmee.Seu pai ligou e disse que seu avião chegara ao aeroporto às 14:00hs.-ela anunciou alegremente.


Ao ouvi-la contar a novidade,senti o meu rosto errigece,e um nó em minha garganta.Der repente senti que poderia começar a chorar,mas procurei logo conter o meu choro,pois não queria que ela e meu avô,visse o quanto aquela noticia me decepcionou...Voltei a forçar um sorriso empolgante para mostrar que estava alegre com a chegada do meus pais.Pensei rapidamente em perguntar algo,como porque eles vão voltar tão sedo?porque não continuam mais um pouco?E vendo essas perguntas se formarem dentro da minha boca,me vi quase perguntando a eles:porque eles não vão encontrarem com eles no Brasil,e fiquem por lá umas semanas,ou melhor!Meses!E me deixar respirar um pouco sem toda essa vigilância excesiva.Mas se perguntasse correria também o risco de começar a chorar feito istérica .Então me contive,respirando fundo,e cuspindo uma mentira incoerente para convencê-los de que estava feliz.


-Que boa nitícia!É...é uma pena que não poderei ir os recebe-los.-disse sentindo uma pontinha de isteria nas palavras,mas pelo o sorriso de Esme,percebi que tinha a convencido com o meu falso entusiasmo.E antes que ela pudesse propor que não fosse a aula,para ir com ela buscar os meus pais.Tratei de vetar a possibilidade.- Bom!Tenho que ir.Acho que vou ter teste de matemática,e obviamente de Inglês valendo o dobro da nota.-disse e virei a s costas para ela sem dar a chance de voltar a se despedir...




No caminha da escola vovô,não me fez perguntas,e isso foi bom,pois não tinha nada a dizer,e se ele insistisse em perguntar algo que me fizesse perder as estribeiras,eu seria capaz de abrir a porta do carro e sir com ele em movimento...
A noticia da chegada dos meus pais,abalou ainda mais a minha sanidade...Eu sei que deveria está contente com a chegada deles,mas a verdade eu queria que eles ficassem mais um pouco;na verdade eu queria que todos estivesse fora...Eu entendo a parte de quem eu sou;e que eles querem me proteger das garras malignas de Aro Volturi,mas isso não os dão o direito de me coagir,e me por em uma redoma de vidro,onde eles possam vigiar cada movimento meu.E só o que me conforta no meio dessa total vigilância,é que tia Alice não consegue me ver,e isso a irritar,e ao mesmo tempo me trás diversão.Mas o que falta nas visões de Alice,compensa na leitura mental de meu pai.


Tudo o que sei,é que não vou mais agüentar,mais um dia de pura vigilância.E tenho que tomar uma decisão.E logo!


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Depois que vovô me deixou na escola,seguiu direto para o hospital,após me ver entrar na escola.
As aulas passaram correndo,e com certeza porque hoje mais que nunca,queria ficar a te tarde.Torci para que algum professor tivesse a loucura de passar algum trabalho que fosse obrigado a ficar um pouco mais tarde.E por meu pleno e encantador azar e dedo podre,o professor que com certeza me traria a esperança,a luz no fim do túnel,faltou. E o professor Marcks de história,fez o favor de adiantar o seu tempo,e assim cosequêntemente,sairia mais sedo.Deus!O meu humor foi as alturas...


No final da aula,não olhei na cara da garota que sentou ao meu lado
Para dá-la um até amanhã.Sai como se fosse um furacão,embora eu pudesse correr como um,mas ali não era um lugar para exibições do que sou capaz.
Quando cheguei no estacionamento do colégio,fui me sentar num banco próximo a uma árvore.Então,respirei fundo,e comecei a procurar uma solução coerente para o que sentia,e o que queria.Peguei o meu celular,e comecei a passar as minhas lista de contatos,embora a maioria dos meus contatos era de minha família.E eu não sabia,bem o que estava procurando e porque estava procurando uma solução em meu celular!Mas foi então,que um número e um nome,que veio até a mim como a luz do fim do túnel que tanto queria.
Sem hesítar,apertei Call, e logo começou a chamar...


Quatro toques.E a voz que queria ouvir atendeu o telefone.


-Alô!Vovô?Sou eu Renesmee!-anunciei para o vovô Charlie
-Nossa!Eu não esperava que você ligasse tão sedo,quer dizer-ele se interrompeu fazendo um som como se estivesse limpando a sua garganta ,e voltou a falar.
-Nos falamos no domingo...Mas estou feliz que tenha ligado outra vez.-ele disse.


O meu relacionamento com vovô Charlei,era intenso,pois com ele nossa relação de avô e neta,não tinha os seus tabus,e nunca tínhamos que fingir que tenhamos outro tipo de parentesco com a relação a sua idade,como era com vovô Carliles,mas independente disso eu amava os dois.
Apesar de termos que manter segredo,mamãe nunca quês manter Charlie distante,e como o papai fazia tudo para ela ser feliz.Concordava que ela continuasse mantendo contato com ele.e conforme sempre nos mudávamos,e não ficávamos mais de um ano em alguma cidade.ela não o dava o seu endereço.Mas o contato por telefone,não deixavam de ter.E também nunca dizia o certo onde estava;e como eu era pequena não entedia,não perguntava porque das mentiras,mas ao ter a plena conciencia da verdade,achei ilógico as mentiras,pois pelo que mamãe falava dele,ele não tinha condições de pegar um avião e ir atrás dela...
Mas no dia em que tudo se acalmou para esta famílias,e as fuga deixaram de ser a nossa rotina,e mamãe já havia ultrapassado a fase de recém criada.pois em dias de sua recém transformação ela já estava comigo em seus braços,se me atacar como sua presa...E quando vovô Charlie veio nos visitar,já sabia de minha existência...E como eu consegui ouvir ele falar com a mamãe no telefone,ele achou de principio uma precipitação em adotar uma órfã,na qual eu era a suposta filha de um irmão de meu pai,que havia morrido num trágico acidente de carro com sua esposa,e deixou sua filha...,e sendo ele o único parente,ele me herdou.
E minha mãe me amou assim que me viu pela primeira vez,e não quis passa a possibilidade de Esme ser a minha mãe sendo mamãe recém casada.E fazendo dele um vovô!Por sua vez vovô Charlie gostou de ser um avô.E durante um bom tempo mamãe mandava fotos minhas para ele;até que um dia ele desconfiou de que eu realmente era filha dela com o papai,devido a semelhança.Como sempre,papai foi prático em seus argumentos,e Charlie por amor a mamãe,e um novo amor e afeto que sentia por mim,decidiu ignorar as esquisitice que iria se deparar,em troca da mamãe nunca mais se afastar.Dadas as circunstancias,depois de um tempo,vovô Charlie veio me conhecer pessoalmente durante suas férias da delegacia.O seu encanto por me conhecer,foi imediato,e desse dia em diante foi difícil nos separar.E quando ele não vinha me visitar,nos falávamos fielmente por horas três dias da semanas,e as vezes eram quatro ou quase cinco...Mamãe as vezes brigava comigo por muitas vezes ,porque eu mesmo ligava para saber como foi o dia dele,e no fim contando no relógio,passava de três horas nos falando.E quando mamãe reclamava,vovô dizia que ela estava com ciúmes ,e ela ficava brava com tamanha calunia,mas no final,ela gostava do nosso relacionamento de avô e neta,e ficava feliz com isso...Resumidamente o vovô Charlie,era um vovô coruja,mas ele era do tipo que dava espaço,e esse foi o motivo coerente de eu ter ligado para ele,em pedido de socorro...
Depois de dois minutos,ele falando algo incoerente ao que consegui ouvir,ele falou algo que me dei a deixa,par fazer o meu pedido.


-Bem!me diga qual e a ocasião dessa ligação?-ele perguntou,com um tom brincalhão,sendo todas as vezes que ligava para ele,sempre dava a desculpa de que havia uma ocasião.E eram motivos louco,que dava como justificação para liga-lo.algo como:”Liguei porque estava com saudade” ou “O professor de matemática pegou a aula toda no meu pé”...,e no final ele sempre achava engraçado,ainda mais com o tom de drama que usava,para ele não brigar comigo para falar bestira.


-Bom,vovô...,eu liguei porque quero te pedir algo.-falei
Charlie fez uma pausa antes de falar,como se estivesse analizando as minhas palavras,mas antes que eu,falasse para sertificar de que ele estava ainda na linha,ele voltou a falar.


-Pois bem,então diga o que quer.Se estiver em meu alcance em ajudá-la!
-Vovô,eu queria saber se posso morar com o senhor por uns tempos.-falei.Do outro lado da linha Charlie voltou a ficar em silencio...


( CONTINUA............)




OBS:LOGO ABAIXO,TEM UM VIDEO CLIP COM A MÚSICA TEMA DESTE CAPÍTULO.




TRECHO DA TRADUÇÃO DESTA MÚSICA.
"...Ela vive num conto de fadas
Algum lugar muito longe para encontrarmos
Esqueceu o gosto e o cheiro
Do mundo que ela deixou pra trás
É tudo sobre a exposição das lentes, eu disse a ela
Os ângulos estavam todos errados agora
Ela está rasgando asas de borboletas...
...Então um dia ele a encontrou chorando
Enroscada no chão sujo
Seu príncipe finalmente veio para salvá-la
E o resto você pode imaginar
Mas era uma armadilha e o relógio bateu meia-noite
Bem, garanta a construção da sua casa tijolo por tedioso tijolo
Ou o lobo vai botá-la abaixo com um sopro..."











                                                ***BY:Lu Fanfics***

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