Natiele Lopes. Tecnologia do Blogger.

capítulo 2- Desabafo



-...- o silêncio.


-Alô?Vovô...?Ainda está ai? - perguntei já começando a ficar desesperada com o silêncio que se estendia pele telefone.


-Ah...,não querida!Eu estou aqui...,e que...- Charlie parecia um pouco surpreso,pelo que pude perceber no seu tom de voz;mas ao tentar dizer algo,acabei o interrompendo.


-Bem! O seu silêncio significa que sua resposta é não. - fui direta em minha afirmação;mas sentindo o peso da obvia negação do vovô Charlie,senti uma lágrima começar a escorrer em meu rosto.


-Não! Não é isso! - disse ele tentando reverte a situação. -É que achei estranho o seu pedido,mas antes me diga...Porque que morar comigo?Está acontecendo alguma coisa? - disse ele,sentindo o desespero em minha voz ao ouvir minha afirmação pela sua resposta.


-Não está acontecendo nada de grava...É que eu só queria ficar um pouco com o senhor,e respirar outros ares...Mas se for incomodo para o senhor...- sussurrei com tristeza,esperando pelo não de Charlie,mas logo ele me interrompeu,em meio ao sussurro triste.


-Não há incomodo algum.E sempre terá um espaço aqui em casa para você...E nada me deixaria feliz de ter você perto de mim,mas a questão é que aqui não tem o conforto igual a sua casa..-eu o interrompi...


-Vovô a questão é essa!E eu não preciso mais de conforto.E sei que vou ter o que preciso vivendo com o senhor e a Sue. - disse tentando confortá-lo...


Sue Clearwater (agora Sue Swan),casou-se com vovô Charlie a quase sete anos atrás...Ela é uma boa esposa para o vovô,e fez milagres com ele como um dia escutei mamãe dizer...Depois que chegaram ao consenso de que sua amizade era mais que amizade,assumiram o seu relacionamento.E também depois fizeram uma concessão de que ele concordaria em se mudar para mesma casa onde vovô morava desde seu antigo casamento com a minha Renê(que nunca cheguei a conhecer),depois que o vovô concordasse em fazer uma reforma na casa.Então tudo se resolveul...


Sue tem dois filhos;Seth e Leah.Leah não morava com eles,pois ela havia partido da reserva La Push quando ainda morava lá,anos atrás.E só de vez em quando ligava para dar noticias;e o único dia em que ela voltou foi só para o casamento de sua mãe,e chegando na ultima hora.Foi um casamento discreto,e só para os amigo...Depois disso,as comunicações com Leah,não a passavam de raros telefonemas. E pelo que sabia ela não gostava da nossa família,mas não fez objeção ao casamento de sua mãe;até mesmo segundo ela,não iria viver sob o teto dos dois...


E quanto a Seth,ele também não morava com eles;pois alguns anos atrás ao se formar no colegial.Seth ganhou uma bolsa de estudo da universidade Georgetawn,e está cursando medicina...De principio,Sethe não queria largar tudo para trás,sua matilha,seus amigos e irmãos,e sua mãe,já que Leah havia partido,e sua mãe precisava dele por perto...Mas todos seus amigos e sua mãe o convenceu de que era uma oportunidade única,e que ao se formar,ele poderia ajudar as pessoas mais necessitadas da reserva,que não podiam pagar um hospital,até mesmo atender uma emergência...Percebendo que isso era uma ótima idéia,e tendo a certeza de que sua mãe não ficaria sozinha;ele aceitou a bolsa e foi para a universidade...Seth ao contrário de sua irmã,gostava da minha família.E principalmente mantinha uma estável amizade com o meu pai,e meu pai retribuía essa amizade..Papai dizia que Seth tinha a mente mais pura e nobre que ele já havia conhecido,e embora os anos passavam,a naturalidade estava com ele.Ainda sim sua mente era pura e nobre.
Com isso Seth ganhou o carinho e respeito de todos,até mesmo da rabugenta tia Rosalie.Vovô Carlisle o recomendou para alguns estágios nos hospitais que ele tinha bons créditos como doutor...Seth era incrível,e se não fosse pelo seu tamanho exagerado,eu não acreditaria que ele fosso um lobisomem.E só acreditei com veracidade,no dia em que ele veio nos visitar,quando já haviamos nos estabilizados nesta cidade;pois ele se metamorfoseou em um lindo lobo gigante cinza claro...,e como sempre e sem medo achei incrível ...Seth me disse que havia outros como eles,e isso fazia com que eu tivesse vontade de conhecê-los,mas quando cogitei esta hipótese,papai vetava essa possibilidade...;e dava um olhar de alerta a Seth como se era para ele falar,o necessário e não coisas que não tenho que saber.Eu não entendia,mas um dia perguntei;Não!Eu exigi uma explicação do porque não podia conhecer os lobos amigos de Seth ao papai...Dai,ele me respondeu que eles não gostavam de vampiros,e nossa família não podia atravessar para suas terras;mas isso não se aplicava a mim,já que eu não era totalmente vampira.Mesmo asim não retruquei com ele.Porem eu sabia que havia algo mais do que uma linha imaginaria dividindo as terra...


Então a voz de meu avô,me fez sair do meu rápidos devaneios.


-Bem...se é só isso por mim tudo bem.E ainda bem que eu não me desfiz do quarto que era de sua mão.E...pedirei a Sue que o arrume...bem...acho que vou pedí-la que ligue a você,para que você diga a ela como quer seu quarto... - ele parecia que falava para si mesmo do que para mim,mas eu o interrompi.


- Vovô,não precisa fazer Sue me ligar.O que do jeito que ela arrumar para mim já está de bom tamanho...E como já disse,não preciso de mimos,e só quero aproveitar o que vocês possam me oferecer,e nada a mais.- expliquei.


-Hum...claro.Está certo! - ele sorriu - mas os seus pais já concordaram que você venha morar comigo? - bem,eu sabia que não seria tão fácil enrolar o meu avô,mas dei uma resposta convisente ,e não além da verdade.E mentir não ia me levar a lugar algum...


- Bom..vovô...,eu preferi pedir ao senhor primeiro,para certificar que não haveria algum problema para o senhor;Mas assim que chegar em casa pedirei a eles.E assim que derem suas respostas,ligarei p confirmar com o senhor.


-Olha o que você vai apronta garota! Vê lá se não vai fugir,e me causar problemas com seus pais...-Charlie deu uma gargalhada,mas eu pude sentir o quanto ele estava preocupado de que eu fizesse o que ele me sugeriu para não fazer.


-Claro que não! E fugir não vai me levar a nada...E se essa fosse a minha intenção,não estaria falando por telefone com o senhor,e sim batendo em sua porta com uma mochila na mão implorando - te abrigo. - disse,como se fosse possível de eu conseguir fugir com todos na minha cola.


Charlie riu com o que disse,e voltou a falar.


-Mas eles não vão se incomodar que você venha morar comigo antes de terminar o semestre? - era estranho de como vovô conhecia as desculpas esfarrapadas de meus pais,as retorcendo em verdade; a ponto de que meu desconfiado vovô Charlie acreditasse.


-Hum! - sorri - Isso não será problema;e a palavra transferência tem significado. - falei num tom brincalhão,mas não deixando a lógica deixar de ser coerente.


-Certo,tem razão! - disse el sorrindo concordando com o meu argumento. -Então estamos combinado! Você mocinha pedira a seus pais e depois me liga para confirmar. - ouvir a aceitação de Charlie,me fez ter vontade de pular de tanta alegria.Pois Charlie foi realmente a luz do fim do túnel que precisava encherga,mas a sua ultima frase fez balançar o meu otimismo...Porque parte a parte de falar com os meus pais,e fazer com que eles aceitem eu ir morar com vovô,seria mais difícil.


Então,voltei em fração de segundos a responder ao vovô para que ele não percebesse minha hesitação,e desistisse de deixar morar com ele.


-Sim vovô!Falarei com ele. - mesmo tentando disfarçar,minha voz saiu com a sombra de dúvida estampada nela;e vovô percebeu...


-Renesmee,querida...,você parece está... - ele começava a dizer,mas eu o interrompi.


-Nada vovô.Eu só me distrai olhando um folheto com anotações da aula de hoje,que caiu sem querer do meu caderno...E...pode ficar tranquilo.Assim que falar com os meus pais, ligarei para o senhor. - disse tentando fazê-lo deixar de pensar que algo acontecia...


Da forma que falei,senti que exagerei um pouco na falsa empolgação;mas Charlie aparentou acreditar nas minhas palavras,e não voltou a insistir nas perguntas que não poderia responde-lo.E se contasse a ele o meu verdadeiro motivo de querer morar com ele,na mesma hora ele na hora iria ligar para meus pais e tomar satisfação por ele estarem me causando sofrimento.E com certeza as coisas não ficariam boas para o meu lado.


-Bom vovô...eu vou desligar...E...obrigada por tudo. - falei calmamente grata a ele.


-Que nada queria! Você sabe que pode contar com esse seu velho avô,que apesar de está quilômetros distante de você,está disposto em ajudá-la no que precisar. - sorri pelas suas palavras, e ele era um avô maravilhoso,não desfazendo o que sinto pelo Carlisle,pois ele da sua forma também era maravilhoso;tirando a parte da super proteção comigo.


-Eu sei vovô...E é por isso que liguei. - opse! Não devia ter falado essa ultima frase;quer dizer,falando de uma forma diferente.(pensei). E antes que Charlie percebesse nos detalhes da ultima frase,me despedi tentando fugir de uma outra rodada de perguntas intrigantes.


-Bem...certo,vou desligar - disse


-Certo.Até breve querida...- "o mais breve possível";pensei .


Em seguida o celular fez o barulho apos se desligado;e por um instante,hesitei antes de fechá-lo ,suspirando um breve alivio.Pois ao ver que Charlie aceitou que eu morasse com ele de bom grado;e que tive uns minutos a sós e sem que ninguém viesse se aproximar de mim,ou pior,que alguém da minha família chegasse com um de seus carros escandaloso (chamativos e caros),para me buscar. Até simplesmente que Alice prevesse que eu sairia mais sedo ...Já era de sumo alívio...


Mas infelizmente ao pensar na parte de alguém vir me busca,um som vindo da entrada do estacionamento da escola,me fez volta ao mau humor...


E sem olhar em direção do som,fechei o celular calmamente depois que apaguei o histórico de ligação que fiz;caso alguém da minha família desse a desculpa d precisar usa o meu celular com a intenção de bisbilhota...E para também não descontar a raiva no celular,o guardei na mochila.Respirei fundo antes de olhar em direção do carro que se aproximava;e procurei olhar calmamente sem deixar mostrar o excesso de minha fúria...E assim encontrando uma figura que acabava de se posicionar em alguns metros onde estava sentada...




Alice,saia de seu novo e chamativo carro;como se não bastasse que seu antigo carro fosse um Porsher amarelo cheguei, e agora vive passiando por ai com o seu Aston Martin V12 Vantagem branco...Huhm...!Eu sei :falar o nome desse carro parece esta rezando uma novena,de tão grande que é.


Todos como sempre babavam quando ela chegava com aquele carro para me buscar...E sem hesitar em sair do carro,Alice veio onde eu estava sentada a fuzilando com os olhos...Como era rotina igmorar os sentimentos ruins que jogavam para todos,ela ignorou a minha expressão,e na sua performance de ser humana,vaio caminhando com o seu jeito empolgante até mim.


-Você já saiu!? É...- disse ela


-Como você já não soubesse. -eu a interrompi falando com acidez nas palavras,e ao mesmo tempo me levantando com a mochila no ombro.Alice percebeu o tom áspero que falei com ela,mas ignorou.E veio se posicionar alegremente ao meu lado,caminhando junto até seu carro.


-Não...,eu não sabia.E na verdade eu vim te buscar mais sedo para fazermos uma surpresa aos seus pais quando chegarem...E como você já saiu mais sedo melhor ainda,pois teria que inventar algo para que deixasse sair mais sedo. - ela disse alegremente.


-Hmm!Seria interessante ver você se esforça para encontrar uma desculpa. - disse sorrindo ironicamente,e mais uma vez Alice ignorou meu escárnio.


No momento em que Alice usou a palavra "surpresa" e "pais",tive que me conter para não mostrá-la desanimo,e continuei a andar ignorando os seus passos saltitante de empolgação ao meu lado.Eu só assenti num sim para que não saísse uma recusa da minha boca...Alice percebeu que não estava não estava empolgada com sua idéia,mas não perguntou qual era o que me incomodava.


Entramos no carro,e Alicia de partida,arrancando com carro para fora do estacionamento; e deixando a maioria dos alunos e até os mesmos que saíram com a turma que sai,ficaram babando pelo carro em quanto partia.


********************


Durante o percurso de volta para casa,não disse nenhuma palavra,e Alice cantarolava alegremente com uma música de fundo,que tocava no seu cd player do carro;mas mesmo mostrando distraída com a música,eu percebia e sentia certos olhares em minha direção de vez em quando...,e isso fez com que meu corpo se inrrijesesse,por ver sua omissão,e insistência em ignorar o meu estado de mau humor,e isso fez com que sentisse mais raiva.


Então comecei a fuzilar a estrada,para esconde-la a minha expressão azeda.E foi então que percebi que a estrada onde estavamos passando,não era a estrada que sempre passavamos quando voltavamos para casa.Então olhei para Alice,com a expressão incrédula.


-Não estamos indo para casa.Onde estamos indo? - Alice abriu o maior sorriso e disse:


-Vamos buscar seus pais no aeroporto.E essa é a surpresa! - ela falou como se a surpresa fosse para mim.E no momento em que a ouvi falar,senti a minha sombracelha se erguer com seriedade em meu rosto.Não disse nada,para não arriscar em gritar a ordenando para que me levasse imediatamente para casa.


Dessa vez Alice não quis manter o silêncio,e voltou a falar...


-Esme e Jasper já estão no aeroporto.E Rose e Emm ficaram para organizar as coisas em casa...E...Carlisle infelizmente não pode vir,pois teve uma emergência de ultima hora no hospital,mas prometeu que já estaria em casa quando chegassemos. - sua empolgação estava profundamente me inrritando, e ela continuava tagarelando.


-...Então me veio a idéia de ir buscá-la mais sedo,para que fossemos recebê-los também...,e quer sabe?Bella vai ficar contente em vê-la esperando por ela e seu pai,e ele também ficará feliz...E além do mais,ela estava preocupada com você,e... - Alice se interrompeu.E seu subto silencio,me chamou a atenção,fazendo eu voltar a olhá-la quando já estava fuzilando a estrada novamente,tentando a ignorar.


A expressão de Alice ficou seria,então pude percebe que ela estava tendo uma visão.


-Tia,volta!Estamos na rodovia.Você não morre,mas eu sim. - disse tentando fazê-la sair de seu transe momentaneo...Ao escutar as minhas palavras,os seus olhos voltaram a focar.


-Se a visão que acabara de ter foi comigo;então me diga logo. - falei sem hesitar e com rispidez. Alice me olhou com surpresa,e seus olhos mostraram que eu estava certa;e que realmente ela acabara de ter uma visão comigo...E obviamente,ela não pode ver nitidamente,pois eu já conhecia sua expressão quando algo referente a mim a deixava preocupada; e logo corria para ligar para meu pai e dizer a ele sobre a sua visão comigo...Isso quando ele não estava por perto para ver diretamente em sua mente...
E com isso,aumentava mais a vigilância.


-Eu...é... - ele tentou falar mas eu a interrompi.


-Alice não minta.Eu sei que teve uma visão comigo. - insisti. Mas a expressão de Alice foi de surpresa,pois eu nunca havia a chamado pelo seu nome,sempre tia Alice...E só a chamava pelo nome,quando era forçada para manter o disfarce família.Mas a amargura nas minhas palavras,dessa vez não foram ignoradas por ela.


-Eu não vi nada...,e você sabe que não consigo ver o seu futuro. - ela disse sussurrando. -E...você está tão amargurada...Porque me chamou pelo nome?Você sempre me...


-Hmm...! - dei um sorriso irônico e bufei ao mesmo tempo,consequêntemente a interrompendo de continuar a falar. - Eu não estou amargurada. - menti -Simplismente só não estou de bom humor.E além do mais me incomoda que fique me vigiando,e depois vai correndo contar ao papai sobre a sua visão. - ela abaixou a cabeça constrangida pelo que a acusei,com uma expressão de "sinto muito".


E eu não tinha a intenção de retirar o que disse,porque eu estava inrritada com ela;e já sabia qual seria sua visão.De fato,como eu já havia decidido a morar com meu avô e Sue,ela teve algum lampejo sobre isso,e iria contar ao papai..E obviamente,ele não me daria a chance de cogitar a hipótese de pedí-lo.


Alice dizia que não conseguia ver o meu futuro direito,mas eu sabia que sempre dava um jeito de conseguir olhar os pontos cegos de sua visão e interpretando...E como o seu convivel comigo era constante,era inevitável que conseguisse continuar não vendo o meu futuro...


Em segundos,Alice voltou a falar;mas com a expressão envergonhada.


-Sinto muito que isso a incomoda...Não é minha intenção de inrritá-la - ela sussurrou com um olhar inocente. -Só que é inevitável!As visões vem,e...não tem como ignorar.


-Tudo bem Alice.Eu só quero que me diga o que viu.Não acho que é pedir demais. - disse ainda com a voz fria,mas tentando controlar a raiva.


-Certo!Bem...é que...- ela se interrompeu hesitando,e assim fez eu voltar a olha-la,insentivando-a a continuar...Ela viu a minha expressão,e voltou a falar. - Tudo bem! Geralmente quando as visões com você vem,eu vejo só lampejos,e nada concreto...E como uma imagem distorcida numa televisão...,e as vezes consigo desifrá-las,mas a que acabei de ver não mostrou nada. - sua expressão era torturada,e seus olhos haviam medo. Não deixei me assustar,e continuei a olhá-la para que voltasse a me falar mais,pois queria entender o significado dela não ver nada dessa vez. - Renesmmee...era como...como...eu não sei explicar,mas eu vi seu rosto distorcido,e de repente tudo ficou escuro.Como se você não existisse! Renesmee...eu... - ela se engasgou com suas próprias palavras,mas antes que ela argumentasse algo,eu falei rapidamente.


-Isso significa que suas visões a mim,se evoluiram de nada para mais nada. - disse com um humor negro. - Tudo Alice,que só te peço,é que guarde essa visão com sigo mesma,pelo menos até amanhã. - pedi num tom de ordens,e não de pedido.


-Renesmee,eu não acho que é certo,e...


-E mais nada! Papai e mamãe estão chegando,e não acho certo jogar essa bomba relógio em cima de suas cabeças...E acho que você não que estragar a festinha de boas vindas para eles.- eu a persuadi, sabendo que ela não gosta que nada estrague as coisas que ela organizar,e pelo que via ela estava se segurando o suficiente para não ligar em minutos por minutos para tia Rose,perguntando se tudo estava perfeito.Ou até pior;usando video conferencia para conferir por si próprio...A persuadindo com algo coerente a ela,com isso conseguiria uma única chance até amanhã,para falar com meus pais e pedí-los pa deixarem eu morar com Charlie. Vendo que meu argumente convenceu a minha tia encheria,ela assentiu...


-É...você está certa!Eu não devo preocupa-los com isso agora.Vou esperar um pouco,ou talvez nem conte...Certo! Acho melhor não contar;mas caso venha ter a mesma visão,terei que contar - ela sussurrava.E pude ver que ela falou a verdade;e com isso sorri para ela naturalmente.


-Desculpe por ter chamado de Alice. - disse


-Não precisa se desculpar.Pelo menos agora eu sei que quando estiver aborrecida,é pelo meu nome que irá me chamar. - ela disse sorrindo,e eu retribui o seu sorriso.


-Eu te amo tia Alice. -disse fazendo ênfase no "tia". E isso a fez sorrir alegremente


-É assim que eu gosto! E também te amo minha querida sobrinha.


***********************


Quinze minutos depois,chegamos no aeroporto.O avião chegou na hora certa,sem atraso.E assim que mamãe me viu,veio logo correndo me abraçar...
Embora eu estava fingindo que estava feliz com chegada de meus pais,por está aborrecida;tive que me conter antes de entrar no aeroporto,pois tio Jasper iria sentir as minhas emoções,e consequentemente isso chamaria a atenção para mim,e papai também iria ver em seus pensamentos,tudo que tio Jasper percebeu ao sentir minhas emoções...Graças a Deus,Alice conseguiu controlar seus pensamentos,e pelo que pude ver da expressão do papai,era que ele estava contente de está de volta...E isso me deixou aliviada,porque hoje iria ter a chance de falar com eles sem visões intrometidas para atrapalhar meus planos...


Quando chegamos,tia Rose,tio Em e Carlisle nos receberam com seus sorrisos instonteante.Confesso que era de costume ver esses sorriso vindo de Tio Em e Carlisle,mas tia Rose era meio que estranho...
E durante a viagem de volta para casa,mamãe ficou agarrada comigo como se a qualquer momento me colocaria sentada em seu colo e me enchesse de beijos.E com relutância consegui me livrar de seus braços ao sair do carro...


Depois que entramos,todos mergulharam em pergunta...E a conversa se estendeu por horas;e a maior parte eu procurei ficar atenta,nas coisas que minha mãe dizia,simplismente para não pensar no que iria pedir a eles,e consequentemente meu pai iria ver meus planos e pensamentos....


Chegou uma hora em que todos mergulharam em suas próprias conversas,e cada um em seu próprio grupo;e mesmo assim não arrisquei em pensar em como iria chamar suas atenções,para o que queria falar primeiro.E a única estimativa era deixar acontecer naturalmente...E quando me adaptei com minha mente vazia,meus olhos vagaram em direção a parede de vidro,onde podia dar vista ao nosso jardim;e percebi que o sol já havia se porto.Então a hora era essa!E todos ainda estavam aqui na sala...


Sem hesitar me levantei,soltando a mão de minha mãe que estava segurando em seu colo...Ao me levantar senti o olhar de meu pai; e sua expressão er ade que não estava entendendo,do porque meus pensamentos não passavam de um nada...
Parei em frente a lareira,voltando para poder olhar a todos.Tio Emmit,Jasper e Tia Rosalie estavam parados na saleira que dava acesso a sala de jantar,envolvidos numa conversa de uma futura caça.E quanto ao meu pai falava com vovô Carlisle;e mamãe além de esta sentada ao meu lado antes de me levantar,sentava ao lado de Esme do outro lado e Alice sentada no chão abraçando os seus joelhos enquanto ouvia as coisas que mamãe dizia...
Então respirei profundamente e comecei a falar.


-Tenho algo para falar com vocês,mas principalmente quero fazer um pedido a vocês dois - falei direcionando o meu olhar para papai e mamãe.E por um instante eles se entre olharam,mas depois volteram a me olhar novamente;e foi o papai que respondeu o meu pedido.


-Estamos todos ouvidos filha...Pode falar! - disse papai,e seus olhos mostravam incredulidade,pois ele não fazia ideia do que eu iria fala ou pedir,pois todo esse tempo em que estivemos nesta sala não pensei no que iria falar,somente iria deixar as palavras sairem...


Todos estavam me observando,e esperando que começase a falar,e por um instante hesitei,mas foi a voz de Carlisle que me fez ter coragem de falar.


-Renemee querida,pode falar.Estamos te ouvindo. - respirei fundo e comecei a falar.


-Bem,não farei rodeios!Portanto eu queria que me deixassem ir morar com meu avô Charlie.


No momente em que fiz meu pedido,todos se entre olharam;bem...nem todos;papai foi o único que não tirou seu olhos de mim...Quando encontrei o seu olhar,senti um frio na espinha,pois o seu olhar era serio e parecia que veria uma negação da sua parte.E foi exatamente dele que veio a resposta.


-Não. - foi tudo o que ele disse.


Ao ver a frieza em seu rosto e na sua única resposta.Toda raiva e revolta contida que reprimia desde a gora que acordei,valtou a tona tanto no meu corpo quanto em minha expressão.


-Mas porque não? Charlie é meu avô...,e que há de mau em morar com ele? - falei com a voz alterada,e não me importei se estava sendo mau criada.


-Renesmee,não é seguro que você fique longe e desprotegida...- disse mamãe,mas eu a interrompi ainda olhando para meu pai.


-Seguro! Charlie é humano! É qual perigo iria correr em viver com ele e Sue? E... - argumentei,mas também fui interrompida.


-Esse é ponto!Ele é humano! E se algo acontecer com você,nada poderia fazer a não ser em perder sua própria vida. - disse papai com a voz seria,porém calma.A seu expressão não mostrava nenhum sinal de que meus argumentos o estavam convensendo.


-Mas o que vocês acham que pode acontecer de tão grave em Forks; a ponto do meu avô não poder me proteger,ou acabar morrendo? - minha pergunta foi idiota,mas eu pude ver a resposta em cada rosto,então sorri ironicamente,e voltei a falar.


-Vampiros? Lobisomens?Os Volturi?Hmm! - bufei - Isso é ridículo! Os Volturi nem sabe que eu existo,se não Alice já tinha visto...E se um deles passa por mim,eu serei nada menos que uma humana estranha,cujo o coração bate mais acelerado que o normal...E os lobos!? Essa altura do campeonato,todos sabem que não sou uma ameaça;pois a Sue jé veio varias vezes me visitar com o vovô.E o Seth,é seu amigo.Então é obvio que eles tenham falado que não sou perigosa ou represento nenhuma ameaça para nenhum ser humano. E se suas preocupações são que eu cruze com eles durante a minha caça,é só darem a mim as coordenadas onde posso caçar,sem que cruze com um deles...


-A resposta ainda é não. - disse papai com a mesma expressão,ignorando os meus argumentos coerente.


Eu olhei para todos;e mamãe parecia angustiada,e meus avos tinham um expressão de pena,e os meus tios tinham a fisionomia de que não tinha o que falar sobre isso,mas a tia Rosalie,essa tinha a mesma postura que meu pai.E era evidente que ela apoiava a resposta do meu pai,em não deixar ir mora com vovô.


O tom de minha voz já estava elevada demais,mas ver cada rosto de minha família,e no final encontrar o mesmo olhar serio de meu,sem oscilar algum chance de me dizer um sim;fez eu perder as estribeiras,e por tudo que estava engasgado a muito tempo em minha garganta.




-Quer sabe?Eu já estou farta e esgotada de todos vocês!Vocês são todos um bando de loucos...Só sabem ignorar os meu sentimentos,minhas opiniões,minha liberdade.E acima de tudo são hipócritas,porque me dizem que querem que eu tenha uma vida normal e humana,mas vocês me exclui desse mundo normal em que vocês dizem que querem que eu vivo.E me tratam como...como...como...hrrrr! - rosnei entre dente com raivar.


Eu não me importei em jogar tudo isso em cima dele,e não era só isso,pois ainda tinha mais a dizer...E não olhei para ninguém,para ver se alguém estava chocado com minhas palavras,pois eu não enchergava o nada.E era como se eu tivesse numa jaula de vidro ,onde só quem estava do lado de fora podia me ver.


- Renesmee...filha...calma...- minha mãe começou a dizer,mas eu a impedi que continuasse a fala,com mis acidez no que começará a dizer.


- Não!Eu não vou ficar calma. Por que apesar de tudo o que vocês me ensinaram...Vocês se esqueceram! - dessa vez não quis poupar ninguém de minha revolta,cuspi todo o meu rancor de uma só vez.- Tio Jaspe e Tio Emmt me ensinaram a lutar e defender,aprendi a consertar carros co tia Rose, Vovô Carlisle ,Esme me ensinaram varias coisas e acima de tudo amar os humanos,ter compaixão por eles;papai,mamãe,tia Alice...vocês me ensinaram varias regras,e entre outras coisas da vida...E agora agem como seu eu fosse uma boneca quebravel,que a qualquer toque eu vou me desfazer. Nem ao mesmo me deixam praticar o que aprendi co vocês,a conhecer o mundo,me defender sozinha,nenhum voto de confiança...Vocês não tem noção de como eu me sinto! Eu queria poder me sentir livre,uma humana normal,mas não consigo porque sempre que a única pessoa que me convem se sua amiga,me chama para ir a sua casa,ou sair para ir ao shopping,eu recuso...Sabe porque? Porque eu sei que sempre vou ter alguém me vigiando de longe como seu eu fosse uma criança cujo o pai ou a mãe levam de carro e a buscam na porta da casa da amiguinha...E eu tenho liberdade de poder conversar com ela por não ter privacidade,porque no momento em que estou em sua casa alguém vai está vigiando a casa da garota,e escutando tudo que conversarmos...
Quando penso que teria a chance de ir a própria escola sozinha,vocês me forçam aceita que alguém vá me buscar ou levar a escola...E se estou pedindo para ir morar com Charlie,é porque com ele,eu posso me sentir humana,ter liberdade...E não me sentir uma aberração,que tenha que ficar presa para o mundo e para todos não souberem que eu existo.- eu sentia as lágrimas rolarem em meu rosto como cachoeira;minha mãe deu um passo em minha direção,mas eu recuei um passo.Papai continuava me encarar,escutando atentamente o meu desabafo,mas só o que via no seu olhar,foi a dor,e mesmo assim parecia preso em sua decisão.


-Eu entendo o quanto está sofrendo.Mas infelizmente as coisas tem que ser assim.Sua protecão acima de tudo... E a resposta é NÃO. - disse papai.


-Quer saber? Porque vocês não fazem uma fortaleza numa ilha no meio do oceano,e me tranquem dentro dela...Deixando um monte de cães mutantes fazendo a segurança! PORQUE ASSIM A RENESMEE FICA MAIS INFELIZ;MAS PELO MENOS ESTÁ PROTEGIDA. - falei a ultima frase imitando o jeito do papai falar.


-Querida...- dessa vez foi Esme que começou a falar,mas eu a interrompi com a mão.


Peguei a minha mochila e subi para ir para o meu quarto;deixando todos na sala com um silencioso aviso de que não queria ver mais ninguém esta noite...
Ao chegar em meu quarto,tranquei a porta,e me joguei na cama.Então deixei as lagrimas sairem,sem intenção de para de chorar tão sedo...O meu choro era tão intenso que chegou ao ponto de se formarem soluços na minha garganta,até que a sonolência começou a dominar a minha mente.Nesse momento,me senti aliviada,pois tinha o desejo em que meu lindo sonho seria o único a me confortar naquela noite,e que os sussurros iam acariciar a minha mente.Só que infelizmente ele não veio.Só o que senti,mesmo inconciente,foi o vazio.




(Continua)


Esta é a música tema deste capítulo.
*Logo abaixo vocês confira um trecho traduzido,
e o video clipe da música para vocês escutá-la. Obrigado e escuntem
a música.



“...Escute a canção aqui no meu coração
Uma melodia que eu começei mas não terminei
Escute a canção aqui no meu interior
Ela é só começo para a libertação



Oh, a hora chegou de meus sonhos serem ouvidos
Eles não serão deixados de lado e transformados
Em seus próprios, tudo porque você não vai
Escutar



Escute, estou sozinha numa encruzilhada
Não estou em casa, na minha própria casa
E eu tentei e tentei dizer o que está na minha mente..."
( Beyonce - Listen)











                                              ***BY:Lu Fanfics***

capítulo 1- Pedido



Thum,,,thum...thum...thum... (o telefone toca)


-Alô!- atende embargamente um voz masculina no outro lado da linha...
-Alô!Vovô?!Sou eu;Renesmee.


(FlashBack)...


Na noite passada,eu não havia dormido direito.Pois aquele mesmo sonho,aquela mesma voz,invadia a minha conciencia...Já havia muito tempo que vinha tendo aquele sonho;e apesar dele tirar o meu sono,eu não o considerava um pesadelo,pois a voz que sussurrava em minha conciencia e inconciencia,acariciava os meus ouvidos...Não!Não só em meus ouvidos,mas tudo sensível em mim.


No princípil,neste sonho só havia os sussurros,e com o passar do tempo,veio a imagem...Uma imagem que faziam os sussurros a ter um sentido,e justiça a ela.Aquela imagem era uma linda imagem de um belo rapaz,pois os seus olhos negros faziam me prender neles...;sua pele morena e lisa,sua silueta mascula,faziam com que ele parecesse de verdade,a ponto de me fazer querer estar dentro daquele sonho para poder toca-lo.Fazendo valer os meus direitos de senhoria,por deixa-lo entrar em meus sonhos...Não...,erro meu!Ele não estava ali porque eu permitia,e sim porque ele chegou aos poucos,e assim fazendo parte de mim.Como um vicio,como um calmante para curar insônia...


Isso tudo começou,quando eu ainda era pequena.Pois eu estava brincado com uma das milhares de boneca que havia ganhado esparramada no chão,sendo observada pelos meu tios Emmit e Jasper...Até que de onde estava,pude ver a mamãe com papai do outro lado da sala,conversando aos sussurros com vovô Carliles e vovó Esme.Papai não sei porque,abraçou a mamãe parecendo que estava a consolando,e foi então que ela falou um nome com o tom de sua voz mais alto do que estava falando antes;e quando papai viu em minha mente eu me perguntar ,porque aquele nome na qual mamãe se referiu,fazia ficar daquele jeito infeliz?Ele sussurrou alguma coisa no ouvido da mamãe,e ela olhou discretamente para mim,e se recompus...E como sempre tive a mente evoluída,entendi que se perguntasse a ela ou ao papai sobre o motivo de toda aquela tenção,eles não iriam me dizer,pois algo me dizia que não era atoa que elas mantinha descrição,e qua havia algum mistério ou segredo escondido...E do jeito que eles eram tão protetores comigo,achariam irrelevante eu saber,ou simplesmente pelo motivo de ser aindo uma bebê e não entender certas coisas de adulto,mas com o dom de meu pai,ele sabia que ver aquela cena estava me fazerdo ter curiosidade.Portanto,intercedeu antes de que eu me levantasse e fosse até eles,e com a palma de minha mão,fazê-los a pergunta que obviamente não iriam me responder ou possivelmente mentiriam para supostamente me poupar de algo que desconheço...
Depois disso,o nome no qual minha mãe citou passou a martelar em minha mente;com sussurro leves brutalizando em uma ordem.E o mais interessante,era que os sussurros em meu sonho,pareciam imunes ao dom do meu pai,pois sempre que sonhava,ele nunca estava perto quando despertava daquele sonho sussurrante ou nem mesmo perto o suficiente para vê-lo em minha mente...E eu sabia que se ele visse,estaria estacado próximo a minha cama esperando para que eu acordasse,e o respondesse por que estava tendo aquele sonho...Então foram quase cinco anos tendo meus sonhos corrompidos escutando aquele nome...
Até que chegou um dia em que fui até a suíte da mamãe a quatro anos atrás,com a intenção de pegar umas de suas caixas decoradas,para por os cartões de natais e aniversários que ganhei de toda a minha família,e do meu avô Charlie e sua nova esposa Sue...E como já havia visto algumas caixas vazias em seu closet da mamãe,fui até lá para pegar uma vazia...Sei que o certo era tê-la pedido primeiro,mas justamente quando precisei pedi-la,ela não estava em casa;e mesmo assim não desisti de pegar a caixa,e fui até lá pegar alguma,pois queria organizar umas coisas,e abrir espaço para outras...E como esse dia não havia nada de interessante a fazer,resolvi organizar algumas coisas em meu quarto...
E no momento em que abri a porta do closet,encontrei imediatamente o que queria,e sem hesitar,fui até uma prateleira que havia várias caixas;e uma delas eu sabia que estava vazia...Desastrosamente ao pegar a caixa que havia gostado,acabei derrubando uma outra caixa;e infelizmente essa não estava vazia...e nela estavam guardados vários cartões,fotos e entre outras coisas,mas o que me chamou a atenção das coisa que acabei derrubando com a caixa,foi uma foto.E ao vê-la não hesitei em pega-la.;então inclinei-me levando a minha mão até onde a foto estava caída,por de baixo de alguns papeis,mas mesmo assim ela estava visível .E o que me chamo a atenção nela,foi que eu de uma forma estranha já havia visto,e de uma forma idiota,tentei me lembrar de onde já tinha a visto,mas ou tocar na extremidade da foto,senti como se houvesse um tipo de magnetismo aquela foto,mas ou mesmo tempo lembrei-me de onde a tinha visto,pois exatamente naquele momento,não consegui parar de olha-la,eu não consegui coloca-la de volta junto com os cartões e as outras fotos,antes que mamãe chegasse e me pegasse olhando...
Eu não sei se passaram horas,minutos ou segundos;eu só sei que quando consegui piscar meus olhos,percebi que minha respiração estava irregular,e o meu coração dava solavancos,como se quisesse força a bater normalmente.E aquela situação me deixou confusa,mas com um outro movimento,consegui virar a foto,para ver o que estava escrito atrás...E ao ver o que estava escrito,uma parte de minha conciencia ganhou uma resposta,ma ou mesmo tempo ganhou outra pergunta.Pois o rapaz,tinha o mesmo nome que os sussurros da minha conciencia chamava.E de alguma forma tudo de encaixava,e isso trouxe outras vagas recordações que eu tinha,que era de ver minha mãe com muita tristeza ,e com muita dor em suas feições ao citar aquele nome...E agora sabia de quem pertencia aquele nome.Só não sabia,que era aquele belo rapaz;se era seu amigo,vizinho ou sei lá o que de minha mãe...,e irmão seria improvável,pois essa parte eu sabia que mamãe era filha única.E infelizmente não tinha coragem de perguntá-la quem ele era,pois eu não queria vê-la triste tentando me responder,ou talves não querendo responder...
E só o que sabia daquele nome,era que causava uma certa tenção em toda a família ao ser mencionado.E que aquele nome,era uma palavra restrita em ser mencionado naquela casa...E o meu medo e covardia,não me permitia que tirasse minhas duvidas sobre os mistérios e segredos que cercavam aquele nome...
Então os meus olhos pousaram outra vez naquele nome,e no momento em que meu olhar pressionou visualmente aquele nome,meu coração deu outro solavanco...e minha respiração voltou a ficar irregular...


Jacob Black


( Fim de Flash Back)




Então,depois daquele dia a imagem de Jacob Black,passou a refletir em meus sonhos,e a voz oculte continuou fielmente a sussurrar o seu nome:Jacob...Jacob...Jacob..
E só o que me aliviava no meio disso tudo,era que o meu pai com o seu dom de ler mente,não flagrava o meu sonho;porque graças a Deus ele estava caçando ou com a minha mãe em seu momento intimo e justamente nessa hora aquele sonho vinha para enfeitar a minha noite de sono...
Mas agora as freqüências deste sonho mudaram,pois já haviam quase duas semanas que este mesmo e continuo sonho,rompia todas as noites;fazendo com que acordasse com a respiração irregular,e suando em bicas,mas isso não era o pior;o pior era o vazio que sentia ao acordar,pois a decepção de não poder tocar aquela linda imagem,e saber o significado dele está em minha conciencia,eram interrompido pela total realidade...
Meus pais estavam fora à duas semanas,numa décima e tanta lua de mel; e de princípio,mamãe não queria ir ou ficar muito tempo fora,mas o papai a convenceu que seria bom,mas antes deles partirem,vi meu pai olhar para o meu avô Carliles,como se estivesse o alertando ou reforçando um pedido...Num instante antes de ver aquela troca de olhares,me senti aliviada,por ter em parte a metade da vigilância inconstante reduzida por uns bons e curtos,mas felizes dias,mas vendo aquele olhar,a esperança de um pouco de liberdade,me deixou entediada.E não sei se o meu pai percebeu o meu subto desanimo,mas quando se tratava de minha segurança,os meus sentimentos não tinham relevância,e os ignoravam...Então procurei não pensar naquele detalhe,e me afundar mais no desanimo.E me concentraria em tentar decifrar o mistério daquele olhar e o porque de tanta proteção,no momento em que estivesse sozinha,sem ninguém para perguntar do que estou pensando...
Depois que tive a certeza de que meus pais estariam a quilômetros sem ter a preocupação de meu pai conseguir ainda ler minha mente...Cheguei a conclusão de que meu pai mandou o vovô,me vigiar obviamente o meu sono.Me dando a certeza de que ele sabia com quem sonhava,mas a pergunta crucial,era:qual foi a noite que ele conseguiu captar este sonho que me fazia ter mais prazer em esta dormindo do que está acordada.


E nessa noite,a agonia e o vazio piorou,pois ao acordar,um grito se formou em minha garganta.E usando havidamente meus reflexos,abafei o meu grito com o travesseiro.E eu não queria que ninguém me escutasse a gritar;eu não queria que ninguém viesse ver o que aconteceu comigo;eu não queria ninguém me enchendo de perguntas;eu não queria responder,e principalmente;eu não queria mentir...No primeiro andar,estavam meu avô Carliles,minha avó Esme e tia Alice,pois tio Emmit,tio Jasper e tia Rosalie,tinham ido caçar...Por sote,e pelos dez minutos depois que eu acordei,e ninguém veio ao meu quarto ver o porque eu tinha gritado,melhor dizendo;abafado os meus gritos,suspirei fundo,sentido um certo alivio por ter uma chance de ter privacidade,ou pelo menos até a hora que alguém vir até o meu quarto me olhar.E torço que não venha ninguém,até que decidisse o que iria fazer.


Sem quere levantar,fiquei deitada em minha cama,olhando o teto,pois no final acabei perdendo o sono...olhei para o relógio,e ainda eram três da manhã.Então voltei analisar por um instante,o que iria fazer.se eu me levantava,e me ajuntasse com meus avòs e tia Alice,e correndo o risco de ter que responder suas perguntas,e aturar por horas os seus olhares de que sabiam que algo estava acontecendo comigo,e que provavelmente,estava acordada por causa do meu rotineiros sonhos.e para não transformar em algo tão mínimo,em um motivo de um conselho familiar;resolvi continuar deitada,e se por sorte conseguisse voltar a dormir,torceria para que o meu sonho,não voltasse a me causar gritos...




Três Horas depois...


Depois de ter passado horas acordada,sem voltar a dormir e me deleitar ao meu lindo sonho,resolvi fazer o movimento em que qualquer vampiro desta casa saberia que havia acordado.E deixando um pouco do meu mau humor transparecer em meu rosto,contando que tia Alice,visse em sua visão que não queria ninguém em meu quarto,levantei sentindo mais um peso,além do vazio em meu peito...
Tudo nesta casa,estava me entediando.Melhor!Eu já estava entediada!Pois estava cansada de ter que fingi bom humor,estava cansada de tanto mimos e proteção,de cada movimento sincronizado ao estarem sempre prontos e prestativo ao me verem respirar ou dar um soluço...Já tinha sido um sacrifício em me deixarem me matricular numa escola normal,para ter contato com o mundo e com as pessoas,e não só no MUNDINHO-DE-CONTO-DE-FADA-DE-RENESMEE –CULLEN...no fim,até que aceitaram,mas foi só com o acordo de sempre alguém me levar e me buscar.E como não havia outra opção,tive que aceitar;mas no final de tudo,me sentia como uma criança apesar de aparentar ter 17 anos.Eu me sentia injustiçada com toda esse tratamento exagerado da minha família.Eles de forma estranha,queria que eu tivesse uma vida normal,mas desde que nasci,nada que vivi foi normal.E quando pensei que teria chance de viver a tal vida normal,daí cheguei a esse resultado:A total humilhação e falta de noção...A humilhação;é devido se levada e trazida para por alguém de minha família,e a falta de noção;é por me sentir o centro das atenções,quando chego na escola com um dos carros luxuoso e exagerado da família,e piora quando tio Emmit faz suas poses de “vem aqui que o papai chegou gatinhas” para as patricinhas populares que gostam de grandalhões,mas ai eu o ameacei de contar a tia Rosalie as gracinhas que ele faz pelas suas costas,mas a questão de que sempre usassem um carro mais discreto,não havia como argumentar.Portanto,tinha que sempre aturar certas aproximações incovenientes ,e por coveniencia devido a minha condição financeira...Era estranho,mas eu me sentia bem quando eu escutava alguém dizer que eu era esquisita;e pelo menos eu sabia que esta não iria me importunar com conversas fúteis.A única pessoa que conseguia ser um ouço discreta,era a minha mãe,pois ela sempre do tipo que se contentava com o que tem,e não com que todo o dinheiro do mundo poderia comprar,mas tudo mudava no meu conceito com ela,quando ela se tornava tão protetora quanto o resto da família...




Depois de esta vestida e pronta para descer,e passar pelo milésimos de constrangimentos ao ser levada a escola,me deparei com vovó Esme na sala de estar recolhendo umas rosas murchas que estavam num vaso próximo ao sofá.enquanto vovô Carliles vinha em minha direção,e apoiando sua maleta no encosto do sofá,e olhou para mim com um sorriso de “Bom Dia”.Retoricamente,eu não os chamavam de vovô e vovó na frente de outras pessoas,e sim de Tia e tio por causa de sua aparente juventude para ser avós.E assim se resumia,de primos,irmãos,afilhados e etc...Mas no final e entre estas paredes,saiamos quem era quem,e nos tratávamos como era de se tratar.Acima de tudo com respeito...


-Bom dia!Como foi sua noite querida?-perguntou vovô Carliles
-Bem!-menti forçado um sorriso no canto da boca.Vovô observou a minha expressão,e franziu um pouco o cenho,mas fingiu acreditar.Talvez ele tenha visto a sombra do mau humor que tinha formado em meu rosto ao me levantar.E isso me fez lembrar de alguém.
-Ah...!Vovô!Onde está tia Alice?-perguntei me aproximando mais um pouco,e olhando o que estava colocando em sua maleta.Mas foi vovó Esme que me respondeu,
-Alice foi caçar minha querida,e bom dia para você!-ela disse vindo em minha direção com mais rosas em suas mão,e me dando um beijo no rosto.E eu sorri com sua delicadeza,pois vovó Esme sempre doce comigo,e sua atitude,me fez perder um pouco do mau humor,e sorri para ela. – O que você vai querer pro seu café da manhã?


Bem,de fato eu era a única daquela casa que comia comida humana,mas ainda sim eu também me alimentava de sangue animal,igual a todos daquela casa.


-Bom...nada!Eu não estou com fome,e...como alguma coisa na escola.-menti outra vez.Mas ao contrário de vovô Carliles,ela não percebeu o meu mau homor,e sua expressão mudou para preocupada...


-Está se sentindo bem querida?-ela disse,e logo olhou para o vovô- Carliles,examine-a por favor...E querida,se não estiver se sentido bem,não precisa ir a escola.-ela deisse voltando a me olhar.


-Não...eu estou bem.Só não quero tomar café.-falei arrancando o melhor sorriso de conforto que poderia dar.Mas sua expressão ficou incrédula,e ela olhou outra vez para o vovô.Ver aquela preocupação,e toda a autoproteção,fez o meu mau humor voltar,mas voltei a falar para que minha expressão não os assombrassem.


-Bom,então quem vai me levar?- perguntei já que visívelmente,os meus tios Jasper e Emmet,e tia Rose não haviam voltado,e Alice também não estava.


-Eu a levo!- disse Carliles


-Não vou o atrapalhar?-perguntei com incerteza,mas a minha verdadeira esperança,era que só hoje eu tivesse a chance de ir a escola como uma adolescente normal,sem a companhia de seus parentes,mas sua resposta tirou toda a minha esperança.


-Claro que não.Eu só estou indo mais sedo para o hospital,porque tenho que rever uns prontuários de alguns paciente,mas um pequeno desvio até sua escola,não vai atrapalhar os meu planos.-ele disse sorrindo;e mais uma vez forcei outro falso sorriso de animo.- Então,vamos.-ele disse vendo que já estava pronta.
Assenti.E dei um beijo no resto da vovó,e ela retribuiu devolvendo o beijo no meu rosto.Mas quando me virei para sair,ela voltou a me chamar.


-AH!Renesmee.Seu pai ligou e disse que seu avião chegara ao aeroporto às 14:00hs.-ela anunciou alegremente.


Ao ouvi-la contar a novidade,senti o meu rosto errigece,e um nó em minha garganta.Der repente senti que poderia começar a chorar,mas procurei logo conter o meu choro,pois não queria que ela e meu avô,visse o quanto aquela noticia me decepcionou...Voltei a forçar um sorriso empolgante para mostrar que estava alegre com a chegada do meus pais.Pensei rapidamente em perguntar algo,como porque eles vão voltar tão sedo?porque não continuam mais um pouco?E vendo essas perguntas se formarem dentro da minha boca,me vi quase perguntando a eles:porque eles não vão encontrarem com eles no Brasil,e fiquem por lá umas semanas,ou melhor!Meses!E me deixar respirar um pouco sem toda essa vigilância excesiva.Mas se perguntasse correria também o risco de começar a chorar feito istérica .Então me contive,respirando fundo,e cuspindo uma mentira incoerente para convencê-los de que estava feliz.


-Que boa nitícia!É...é uma pena que não poderei ir os recebe-los.-disse sentindo uma pontinha de isteria nas palavras,mas pelo o sorriso de Esme,percebi que tinha a convencido com o meu falso entusiasmo.E antes que ela pudesse propor que não fosse a aula,para ir com ela buscar os meus pais.Tratei de vetar a possibilidade.- Bom!Tenho que ir.Acho que vou ter teste de matemática,e obviamente de Inglês valendo o dobro da nota.-disse e virei a s costas para ela sem dar a chance de voltar a se despedir...




No caminha da escola vovô,não me fez perguntas,e isso foi bom,pois não tinha nada a dizer,e se ele insistisse em perguntar algo que me fizesse perder as estribeiras,eu seria capaz de abrir a porta do carro e sir com ele em movimento...
A noticia da chegada dos meus pais,abalou ainda mais a minha sanidade...Eu sei que deveria está contente com a chegada deles,mas a verdade eu queria que eles ficassem mais um pouco;na verdade eu queria que todos estivesse fora...Eu entendo a parte de quem eu sou;e que eles querem me proteger das garras malignas de Aro Volturi,mas isso não os dão o direito de me coagir,e me por em uma redoma de vidro,onde eles possam vigiar cada movimento meu.E só o que me conforta no meio dessa total vigilância,é que tia Alice não consegue me ver,e isso a irritar,e ao mesmo tempo me trás diversão.Mas o que falta nas visões de Alice,compensa na leitura mental de meu pai.


Tudo o que sei,é que não vou mais agüentar,mais um dia de pura vigilância.E tenho que tomar uma decisão.E logo!


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Depois que vovô me deixou na escola,seguiu direto para o hospital,após me ver entrar na escola.
As aulas passaram correndo,e com certeza porque hoje mais que nunca,queria ficar a te tarde.Torci para que algum professor tivesse a loucura de passar algum trabalho que fosse obrigado a ficar um pouco mais tarde.E por meu pleno e encantador azar e dedo podre,o professor que com certeza me traria a esperança,a luz no fim do túnel,faltou. E o professor Marcks de história,fez o favor de adiantar o seu tempo,e assim cosequêntemente,sairia mais sedo.Deus!O meu humor foi as alturas...


No final da aula,não olhei na cara da garota que sentou ao meu lado
Para dá-la um até amanhã.Sai como se fosse um furacão,embora eu pudesse correr como um,mas ali não era um lugar para exibições do que sou capaz.
Quando cheguei no estacionamento do colégio,fui me sentar num banco próximo a uma árvore.Então,respirei fundo,e comecei a procurar uma solução coerente para o que sentia,e o que queria.Peguei o meu celular,e comecei a passar as minhas lista de contatos,embora a maioria dos meus contatos era de minha família.E eu não sabia,bem o que estava procurando e porque estava procurando uma solução em meu celular!Mas foi então,que um número e um nome,que veio até a mim como a luz do fim do túnel que tanto queria.
Sem hesítar,apertei Call, e logo começou a chamar...


Quatro toques.E a voz que queria ouvir atendeu o telefone.


-Alô!Vovô?Sou eu Renesmee!-anunciei para o vovô Charlie
-Nossa!Eu não esperava que você ligasse tão sedo,quer dizer-ele se interrompeu fazendo um som como se estivesse limpando a sua garganta ,e voltou a falar.
-Nos falamos no domingo...Mas estou feliz que tenha ligado outra vez.-ele disse.


O meu relacionamento com vovô Charlei,era intenso,pois com ele nossa relação de avô e neta,não tinha os seus tabus,e nunca tínhamos que fingir que tenhamos outro tipo de parentesco com a relação a sua idade,como era com vovô Carliles,mas independente disso eu amava os dois.
Apesar de termos que manter segredo,mamãe nunca quês manter Charlie distante,e como o papai fazia tudo para ela ser feliz.Concordava que ela continuasse mantendo contato com ele.e conforme sempre nos mudávamos,e não ficávamos mais de um ano em alguma cidade.ela não o dava o seu endereço.Mas o contato por telefone,não deixavam de ter.E também nunca dizia o certo onde estava;e como eu era pequena não entedia,não perguntava porque das mentiras,mas ao ter a plena conciencia da verdade,achei ilógico as mentiras,pois pelo que mamãe falava dele,ele não tinha condições de pegar um avião e ir atrás dela...
Mas no dia em que tudo se acalmou para esta famílias,e as fuga deixaram de ser a nossa rotina,e mamãe já havia ultrapassado a fase de recém criada.pois em dias de sua recém transformação ela já estava comigo em seus braços,se me atacar como sua presa...E quando vovô Charlie veio nos visitar,já sabia de minha existência...E como eu consegui ouvir ele falar com a mamãe no telefone,ele achou de principio uma precipitação em adotar uma órfã,na qual eu era a suposta filha de um irmão de meu pai,que havia morrido num trágico acidente de carro com sua esposa,e deixou sua filha...,e sendo ele o único parente,ele me herdou.
E minha mãe me amou assim que me viu pela primeira vez,e não quis passa a possibilidade de Esme ser a minha mãe sendo mamãe recém casada.E fazendo dele um vovô!Por sua vez vovô Charlie gostou de ser um avô.E durante um bom tempo mamãe mandava fotos minhas para ele;até que um dia ele desconfiou de que eu realmente era filha dela com o papai,devido a semelhança.Como sempre,papai foi prático em seus argumentos,e Charlie por amor a mamãe,e um novo amor e afeto que sentia por mim,decidiu ignorar as esquisitice que iria se deparar,em troca da mamãe nunca mais se afastar.Dadas as circunstancias,depois de um tempo,vovô Charlie veio me conhecer pessoalmente durante suas férias da delegacia.O seu encanto por me conhecer,foi imediato,e desse dia em diante foi difícil nos separar.E quando ele não vinha me visitar,nos falávamos fielmente por horas três dias da semanas,e as vezes eram quatro ou quase cinco...Mamãe as vezes brigava comigo por muitas vezes ,porque eu mesmo ligava para saber como foi o dia dele,e no fim contando no relógio,passava de três horas nos falando.E quando mamãe reclamava,vovô dizia que ela estava com ciúmes ,e ela ficava brava com tamanha calunia,mas no final,ela gostava do nosso relacionamento de avô e neta,e ficava feliz com isso...Resumidamente o vovô Charlie,era um vovô coruja,mas ele era do tipo que dava espaço,e esse foi o motivo coerente de eu ter ligado para ele,em pedido de socorro...
Depois de dois minutos,ele falando algo incoerente ao que consegui ouvir,ele falou algo que me dei a deixa,par fazer o meu pedido.


-Bem!me diga qual e a ocasião dessa ligação?-ele perguntou,com um tom brincalhão,sendo todas as vezes que ligava para ele,sempre dava a desculpa de que havia uma ocasião.E eram motivos louco,que dava como justificação para liga-lo.algo como:”Liguei porque estava com saudade” ou “O professor de matemática pegou a aula toda no meu pé”...,e no final ele sempre achava engraçado,ainda mais com o tom de drama que usava,para ele não brigar comigo para falar bestira.


-Bom,vovô...,eu liguei porque quero te pedir algo.-falei
Charlie fez uma pausa antes de falar,como se estivesse analizando as minhas palavras,mas antes que eu,falasse para sertificar de que ele estava ainda na linha,ele voltou a falar.


-Pois bem,então diga o que quer.Se estiver em meu alcance em ajudá-la!
-Vovô,eu queria saber se posso morar com o senhor por uns tempos.-falei.Do outro lado da linha Charlie voltou a ficar em silencio...


( CONTINUA............)




OBS:LOGO ABAIXO,TEM UM VIDEO CLIP COM A MÚSICA TEMA DESTE CAPÍTULO.




TRECHO DA TRADUÇÃO DESTA MÚSICA.
"...Ela vive num conto de fadas
Algum lugar muito longe para encontrarmos
Esqueceu o gosto e o cheiro
Do mundo que ela deixou pra trás
É tudo sobre a exposição das lentes, eu disse a ela
Os ângulos estavam todos errados agora
Ela está rasgando asas de borboletas...
...Então um dia ele a encontrou chorando
Enroscada no chão sujo
Seu príncipe finalmente veio para salvá-la
E o resto você pode imaginar
Mas era uma armadilha e o relógio bateu meia-noite
Bem, garanta a construção da sua casa tijolo por tedioso tijolo
Ou o lobo vai botá-la abaixo com um sopro..."











                                                ***BY:Lu Fanfics***

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